O SÉCULO PRODIGIOSO

A arte no século XX

Pomar, Júlio - Expressionismo Abstracto

Sexta-feira, Agosto 31, 2007


Gadanheiro, 1945
Óleo sobre aglomerado
122 x 83 cm
Colecção Museu do Chiado, Lisboa



Almoço do trolha, 1946/50
Óleo sobre tela
120 x 150 cm
Colecção Manuel Torres, Oeiras



Maria da Fonte, 1957
Óleo sobre aglomerado
121 x 180 cm
Colecção Família Pelágio Nogueira, Lisboa




Cegos de Madrid, 1957/59
Óleo sobre tela
81,5 x 101 cm
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa



Metro, 1964
Óleo sobre tela
60 x 60 cm
Colecção particular



Chantilly I, 1965
Óleo sobre tela
65 x 81 cm
Colecção Jorge de Brito, Cascais



Maio 68 (CRS-SS) II, 1968
Acrílico sobre tela
97 x 130 cm
Colecção Jorge de Brito, Cascais



Maio 68 (CRS-SS), 1969
Acrílico sobre tela
130 x 162 cm
Colecção Jorge de Brito, Cascais



Odalisca com Escrava II, segundo Ingres, 1969
Acrílico sobre tela
157,5 x 184,3 cm
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa



Graça Lobo, Laranja, 1973
Acrílico sobre tela
162 x 114 cm
Colecção particular



Belle-Isle-en-Mer, 1976
Acrílico sobre tela
127 x 172 cm
Colecção Fundação Júlio Pomar, Lisboa



La Table de l'architecte, 1977
Colagem, acrílico e objectos sobre tela
100 x 100 cm
Colecção Fundação Júlio Pomar, Lisboa



L´Épure, 1977
Colagem e acrílico sobre tela
100 x 100 cm
Colecção Joost van Odijk, Essene



Le Signe, 1978
Colagem, acrílico e objectos sobre tela
71 x 116 cm
Colecção Galeria 111, Lisboa



Le Luxe, 1979
Colagem e acrílico sbre tela
81 x 116 cm
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa



L'Étonnement, 1979
Colagem e acrílico sobre tela
116 x 81 cm
Colecção João Esteves Oliveira, Lisboa



Edgar Poe, Charles Baudelaire, Um Orangotango e o Corvo, 1985
Colagem e crílico sobre tela
195 x 130 cm
Colecção particular



Edgar Poe, Fernando Pessoa e o Corvo, 1985
Colagem e acrílico sobre tela
195 x 130 cm
Colecção particular



Fernando Pessoa encontra D. Sebastião: num «caixão sobre um burro ajaezado à andaluza», 1985
Acrílico sobre tela
158,5 x 154 cm
Colecção Caixa Geral de Depósitos, Lisboa



Lusitânia no Bairro Latino (retratos de Mário de Sá-Carneiro, Santa-Rita Pintor e Amadeo de Sousa Cardoso), 1985
Acrílico sobre tela
158,5 x 154 cm
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa



Mascarados de Pirenópolis XIV, 1987
Acrílico e carvão sobre tela
195 x 130 cm
Colecção Pinto da Fonseca, Lisboa



Camões, 1988/90
Acrílico e carvão sobre tela
195 x 130 cm
Colecção Ministério da Cultura, Lisboa



Kuka-Huka II, 1989
Acrílico e carvão sobre tela
130 x 195 cm
Colecção Grupo Totta, Lisboa



Martelo (e Três Frutos), 1991
Acrílico sobre tela
114 x 146 cm
Colecção Fundação Júlio Pomar, Lisboa



Tartaruga, 2003
Bronze e vidro
110 x 60 x 90 cm
Colecção Galeria Valbom, Lisboa

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Nasceu em 1926, em Lisboa, e instalou-se em Paris em 1963. Actualmente vive e trabalha em Paris e Lisboa. Frequentou a Escola de Artes Decorativas António Arroio e as Escolas de Belas-Artes de Lisboa e Porto, tendo participado em 1942 numa primeira mostra de grupo, em Lisboa, e realizado a primeira exposição individual em 1947, no Porto. Dedicou-se especialmente à pintura, mas o seu trabalho inclui também obras de desenho, gravura, escultura e «assemblage», ilustração, cerâmica, tapeçaria e cenografia para teatro. Realizou, igualmente, obras de decoração mural em azulejo para a Estação Alto dos Moinhos do Metropolitano de Lisboa, (1983-84), o Circo de Brasília (Gran’Circolar, 1987), a Estação Jardin Botanique do Metropolitano de Bruxelas (1992), o Tribunal da Moita («Justiça de Salomão», 1993) e a estação de combóios de Corroios (1998). Participou na Bienal de São Paulo de 1953 e, igualmente, nas edições de 1975 e 1985. A Fundação Gulbenkian organizou em 1978 a primeira retrospectiva da sua obra, que foi exibida em Lisboa, Porto e Bruxelas. Em 1986, uma nova exposição retrospectiva foi apresentada pela Fundação Gulbenkian em museus de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e também na sua sede, em Lisboa. Outras mostras antológicas de âmbito temático tiveram lugar em 1990, com obras de temas brasileiros, em Rio de Janeiro, São Paulo e Lisboa; em 1991, com pinturas e desenhos sobre temas literários e retratos de escritores («Pomar et la Littérature»), em Charleroi, Bélgica; em 1997, com trabalhos sobre o tema de D. Quixote, em Cascais, e pinturas sobre os Índios do Brasil, em Biarritz, França. Outras antologias de pintura foram apresentadas, em 1999 e 2000, em Macau e Pequim; em 2001, em Aveiro (Pinturas Recentes) e, em 2003, em Istambul. Publicou, em 2002, o volume de ensaios «Então e a Pintura?» e, em 2003, o poema «TRATAdoDITOeFeito». Expôs novas pinturas («Méridiennes - Mères Indiennes»), em 2004, na Galeria Patrice Trigano, em Paris, e o Sintra Museu de Arte Moderna – Colecção Berardo apresentou uma retrospectiva da sua obra organizada por Marcelin Pleynet sob o título «Autobiografia», onde foram expostas as primeiras peças de uma série de esculturas em bronze. Ainda em 2004, o CCB expôs uma antologia de obras recentes intitulada «Comédia Humana». Os dois primeiros volumes do catálogo «raisonné» da obra de pintura, escultura em ferro e assemblages foram publicados, em 2001 e 2004, pelas Éditions de la Difference, em Paris.
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Boldt, José - Fotografia

Sexta-feira, Agosto 24, 2007


Pessoas 1, Lisboa, 1999
30 x 40 cm



Pessoas 2, Lisboa, 1999
40 x 30 cm



Pessoas 3, Alentejo, 1999
40 x 30 cm



Pessoas 4, Alentejo, 1999
40 x 30 cm



Pessoas 5, Lisboa, 1999
30 x 40 cm



Pescador, Lisboa, 1999
40 x 30 cm



Passagem, Lisboa, 1999
40 x 30 cm



Olhos, Lisboa, 2000
40 x 30 cm



Feira da Ladra, Lisboa, 2000
30 x 40 cm



Escada, Lisboa, 2000
30 x 40 cm



Chapéu e Tejo, Lisboa, 2000
30 x 40 cm



Música, Loures, 2000
40 x 30 cm



Barracas de praia, Santa Cruz, 2000
40 x 30 cm



Passeio, Santa Cruz, 2000
30 x 40 cm



Gato e pedra, Alentejo, 2000
40 x 30 cm



Portão com gato, Alentejo, 2000
30 x 40 cm



Janela 1, Santa Cruz, 2000
40 x 30 cm



Fardo, Açores, 2000
30 x 40 cm



Portas de Stº Antão, Lisboa, 2002
40 x 30 cm



Alentejo, Castelo de Vide, 2003
30 x 40 cm



Santa Cruz 1, 2003
30 x 40 cm



Promessa, Fátima, 2004
40 x 30 cm



Barco 1, Coímbra, 2004
40 x 30 cm



Aula de Natação, Lisboa, 2004



Praia, Santa Cruz, 2005
~30 x 40 cm



Lisnave, 2005
40 x 50 cm



Cercas, Guincho, 2005
30 x 40 cm



Alentejo, 2005
40 x 30 cm



Nevoeiro, Alentejo, 2005
40 x 50 cm



Centro Cultural de Belém, Lisboa, 2005
30 x 40 cm



Folhas, 2005
30 x 40 cm



Reflexo em poça de água 1, Lisboa, 2005



Reflexo em poça de água 2, Fátima, 2006
50 x 40 cm



Abril, Lisboa, 2006
30 x 40 cm



Aeroporto, Espanha, 2006
30 x 40 cm



Cais, Troia, 2006
40 x 50 cm



Estrado com barco ao fundo, Troia, 2006
40 x 50 cm



Barco 2, Troia, 2006
40 x 50 cm



Barracão de pescador, Ericeira, 2006
50 x 40 cm



Um gato de corda, Ericeira, 2006
50 x 40 cm



Vidro partido, Sintra, 2006
40 x 50 cm



Construção, Lisboa, 2006
40 x 50 cm



Colunas, Lisboa, 2006
30 x 40 cm



Janela 2, Lisboa, 2006
50 x 40 cm



Multiusos, Lisboa, 2006
50 x 24 cm



Praça, Porto, 2006
40 x 50 cm



Homem a correr na praia, Ericeira, 2007
40 x 50 cm



Graffiti 1, Ericeira, 2007
50 x 40 cm



Graffiti 2, Lisboa, 2007
40 x 50 cm



Chiado, Lisboa, 2007
40 x 50 cm



Arcos, Lisboa, 2007
40 x 50 cm



Varanda com vista para..., Lisboa, 2007
40 x 50 cm



Casa da Música, Porto, 2007
40 x 50 cm



Pássaro de Fogo, Lisboa, 2007
45 x 17 cm



Corrimão, Lisboa, 2007
40 x 50 cm



Estação, Lisboa, 2007
40 x 50 cm



Porto, 2007
40 x 40 cm



Partir ou chegar 1, Lisboa, 2007
50 x 40 cm



Partir ou chegar 2, Lisboa, 2007
50 x 24 cm



Partir ou chegar 1, 2007
50 x 40 cm



Santa Cruz 2, 2007
50 x 40 cm



Santa Cruz 3, 2007
50 x 40 cm

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«O que eu gostava verdadeiramente era de escrever, mas como não tenho esse dom, como tal procuro escrever com luz.»
José Boldt


José Boldt dedica-se à fotografia desde 1983. Em 1985 faz a sua 1ª exposição individual no Externato de Odivelas. Participa no 3º concurso fotográfico da Coopretaiva Sacavenense onde lhe é atribuído o 1º prémio e uma menção honrosa. Realizou três exposições na Union Assurances de Paris. Obteve o 2º prémio no concurso fotográfico da Escola de Artes António Arroio. Em 2004 realiza na galeria Quadrante uma exposição individual. Em 2005/6 fez parte de várias exposições colectivas.

«José Boldt desenvolveu a sua capacidade de transformar o que sente em peças que nos surpreendem e fazem pensar que cada momento é único, irrepetível e merecedor de um olhar mais atento. A utilização que faz do preto e branco permite captar as subtilezas da luz sobre pessoas, objectos ou cenários que diariamente se nos apresentam sem que deles demos conta. Um simples enquadramento transforma um tradicional beirado de Alfama numa composição geométrica característica da arquitectura mais vanguardista. O sentido gráfico que revelam alguns dos seus mais recentes trabalhos pode indicar um rumo que o levará, por certo, a novas etapas do seu modo de ver e de nos mostrar. Os trocadilhos da forma e as metáforas da luz são as regras do jogo que nos convida a partilhar. Garanto-vos que é um prazer joga-lo, e que todos sairemos a ganhar.

Armando Lopes in catálogo da Exposição na Galeria Quadrante.»
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Escrever com Luz, portfólio de José Boldt
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