O SÉCULO PRODIGIOSO

A arte no século XX

Munch, Edvard - Simbolismo / Expressionismo

Segunda-feira, Fevereiro 26, 2007


Evening on Karl Johan, 1892
Oil on canvas
84.5 x 121 cm
Rasmus Meyer Collection, Bergen



The Scream (or The Cry), 1893
Casein/waxed crayon and tempera on paper (cardboard)
91 x 73.5 cm (35 7/8 x 29")
Nasjonalgalleriet (National Gallery), Oslo



Summer Night´s Dream (The Voice), 1893
Oil on canvas
Museum of Fine Arts, Boston



Death at the Helm, 1893
Oil on canvas
100x120.5cm



The Voice, 1893
Oil on canvas
34 1/2 x 42 1/2 in
Museum of Fine Arts, Boston



The Hands, 1893
Oil on canvas
89 x 76,5 cm
Kommunes Kunstsamlinger, Oslo



The Storm, 1893
Oil on canvas
91,5 x 131 cm
Museum of Modern Art, New York City



Clair de lune, 1893
Oil on canvas
140,5 x 135 cm
National Gallery, Oslo



Starry Night, 1893
Oil on canvas
53 3/8 x 55 1/8 in.
J. Paul Getty Museum, Los Angeles



Ashes, 1894
Oil on canvas
120.5 x 141 cm
Nasjonalgalleriet (National Gallery), Oslo



Anxiety, 1894
Oil on canvas
94x73cm
Munch Museum, Oslo



Madonna, 1894-95
Oil on canvas
91 x 70.5 cm
National Gallery, Oslo



Puberty, 1895
Oil on canvas
150 x 110 cm (59 5/8 x 43 1/4 in)
Nasjonalgalleriet (National Gallery), Oslo



Death, 1895
Oil on canvas
90 x 120,5 cm
Collection Rasmus Meyer, Bergen



Self-Portrait with Burning Cigarette, 1895
Oil on canvas
110.5 x 85.5 cm
National Gallery, Oslo



Death in the Sickroom, c. 1895
Oil on canvas
59 x 66 in
National Gallery, Oslo



Man and Woman, 1898
Oil on canvas
Bergen Art Museum



Red Virginia Creeper, 1898-1900
Oil on canvas
119.5x121cm
Munch Museum, Oslo



Melancholy, Laura, 1899
Oil on canvas
134.5x160cm



The Dance of Life, 1899-1900
Oil on canvas
49 1/2 x 75 in
National Gallery, Oslo



The Dead Mother, 1899-1900
Oil on canvas
39 3/8 x 35 3/8 in
Kunsthalle, Bremen



Golgotha, 1900
Oil on canvas
80x120cm
Munch Museum, Oslo



Red Creeper, 1900
Oil on canvas
32,5 x 48 cm
National Gallery, Oslo



The Beast, 1901
Oil on canvas
94.5 x 63.5 cm
Sprengel Museum, Hanover, Germany



Girls on the Jetty, 1903
Oil on canvas
92 x 80 cm
Collection of Vivian and David Campbell



Max Linde's four sons, 1903
Oil on canvas
144 x 199,5 cm
Museum of Arts, Lubeck



Woman in Red Dress (Street in Aasgaardstrand), 1903
Oil on canvas
59,7 x 75,5 cm
Neue Pinakothek, Munich, Germany



Inheritance, 1903-05
Oil on canvas
119 x 100 cm
Munch Museum, Oslo



Generations, circa 1904
Oil on canvas
96 cm (37.8 in.), Width: 119 cm (46.85 in.)
Private collection



Lübeck Harbor with the Holstentor, 1907
Oil on canvas
84 x 100 cm
Nationalgalerie. Berlin



The Sick Child, 1907
Oil on canvas
1187 x 1210 mm
Tate Gallery, London



Winter at Kragerö, 1912
Oil on canvas
131,5 x 131 cm
Munch Museum, Oslo



Workers Returning Home, 1913-1915
Oil on canvas
201 x 227 cm
Kommunes Kustsamlinger, Oslo



The Wave, c. 1919
Oil on canvas
110 x 130 cm
Private collection



Kneeling Nude, circa 1920-1923
Oil on canvas
32 1/2 x 31 1/4 in. (82.4 x 79.3 cm.)
Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington D.C.



Meeting, 1921
Oil on canvas
127 x 108 cm
Private collection

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Em "The Dance of Life, 1899-1900", casais dançam num campo verdejantes próximo da costa, enquanto duas mulheres observam. As duas figuras ao fundo, à esquerda, parecem dançar estáticamente, ao mesmo tempo que o casal ao centro parece ter parado, olhando atentamente para um e outro. Este quadro de Munch baseia-se nas celebrações do solstício de Verão em Argardstrand, no seu país natal, a Noruega. A mulher de branco, que se assemelha à namorada do autor, Tulle Larson, simboliza a virgindade, a mulher de vermelho representa o conhecimento carnal e figura de preto, que olha fixamente para os bailarinos cheia de inveja, representa a velhice. Os contornos deformados e o uso simbólico da cor nesta obra são típicos de Munch e estão ilustrados na sua obra mais famosa intitulada O Grito. O seu estilo é amplamente considerado como aquele que deu origem ao Expressionismo na Europa. Este quadro faz parte de uma série intitulada "O Friso da Vida", que Munch iniciou quando esteve em Paris, após um primeiro caso amoroso infeliz e a morte de seu pai. Impressor talentoso além de pintor, Munch foi um dos pioneiros da arte moderna. Edvard Munch nasceu em Lote (NOR) em 1863 e morreu em Oslo (NOR) em 1944.
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Edvard Munch was a Norwegian artist whose brooding and anguished paintings and graphic works, based on personal grief and obsessions, were instrumental in the development of expressionism. Born in Løten, Norway, on December 12, 1863, Munch began painting at the age of 17 in Christiania (now Oslo). A state grant, awarded in 1885, enabled him to study briefly in Paris. For 20 years thereafter Munch worked chiefly in Paris and Berlin. At first influenced by impressionism and postimpressionism, he then turned to a highly personal style and content, increasingly concerned with images of illness and death. In 1892, in Berlin, an exhibition of his paintings so shocked the authorities that the show was closed. Undeterred, Munch and his sympathizers worked throughout the 1890's toward the development of German expressionist art. Perhaps the best known of all Munch's work is The Scream (1893, Nasjonalgalleriet, Oslo). This, and the harrowing The Sick Child (1881-86, Nasjonalgalleriet), reflect Munch's childhood trauma, occasioned by the death of his mother and sister from tuberculosis. Melancholy suffuses paintings such as The Bridge —in limp figures with featureless or hidden faces, over which loom the threatening shapes of heavy trees and brooding houses. Reflections of sexual anxieties are seen in his portrayals of women, alternately represented as frail, innocent sufferers or as lurid, life-devouring vampires. In 1908 Munch's anxiety became acute and he was hospitalized. He returned to Norway in 1909 and died in Oslo on January 23, 1944. The relative tranquillity of the rest of his life is reflected in his murals for the University of Oslo (1910-16), and in his vigorous, brightly colored landscapes. Although his later paintings are not as tortured as his earlier work, a return to introspection marks his late self-portraits, notably Between Clock and Bed (1940, Munch Museet, Oslo). Munch's considerable body of etchings, lithographs, and woodcuts is now considered a significant force in modern graphic art; the work is simple, direct, and vigorous in style, and powerful in subject matter. Few of Munch's paintings are found outside Norway. His own collection is housed in the Munch Museet.
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Martins, Aldemir - Arte Brasileira Contemporânea

Sábado, Fevereiro 24, 2007


A Fera, 1966
190 x 130 cm
Tinta impressa s/ tela



O Flautista, 1967
100 x 80 cm
Acrílico sobre tela



Gato, 1968
54 x 73 cm
Acrílico sobre tela



Paisagem Marinha, 1970
60 x 80 cm
Acrílico sobre tela



Bois, 1971
25 x 25 cm
Acrílico sobre tela



Cangaceiro Az de Ouro, 1973
115 x 89 cm
Acrílico sobre tela



Galo, 1987
81 x 60 cm
Acrílico sobre tela



Apartaide, 1989
74 x 52 cm
Acrílico sobre papel martelado



Paisagem, 1994
46 x 55 cm
Acrílico sobre tela



Frutas, 1995
60 x 81 cm
Acrílico sobre tela



Gato Azul, 1995
55 x 46 cm
Acrílico sobre tela



Flores, 1995
81 x 60 cm
Acrílico sobre tela



Flores, 1995
97 x 130 cm
Acrílico sobre tela



Cangaceiro, 1999
40 x 30 cm
Acrílico sobre tela colada cartão



Cangaceiro, 1999
40 x 30 cm
Acrílico sobre tela colada cartão



Cangaceiro, 1999
40 x 30 cm
Acrílico sobre tela colada cartão



Cangaceiro, 1999
40 x 30 cm
Acrílico sobre tela colada cartão



Palheta - Natureza morta, 2000
27.5 x 41.5 cm
Acrílico sobre madeira



Paisagem, 2000
40 x 50 cm
Acrílico sobre tela



Gato, 2003
130 x 98 cm
Acrílico sobre tela


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Aldemir Martins nasceu no dia 8 de novembro de 1922 em Ingazeiras, Vale do Cariri, Ceará. Ainda menino, transfere-se com a familia para Vila Guaiúba, município de Pacatuba, localizado nas proximidades da capital cearense. Aos 11 anos é enviado ao Colégio Militar de Fortalez, no qual permanece 5 anos, tranferindo-se em seguida para o ateneu São José. Aldemir desenha desde menino. No colégio militar, torna-se monitor de desenho de sua classe e no Exército, para o qual é convocado após fazer a Companhia de Quadros (1941) e no qual permanece até 1045, desenha o mapa aerofotogramétrico da cidade de Fortaleza, e vence concurso nas oficinas de material bélico, tornando-se Cabo Pintor. No início dos anos 40, Aldemir Martins cria, juntamente com Mário Barata, Barbosa Leite, Antonio Nadeira, Carmélio Cruz, Inimá de Paula e outros, o Grupo Artys e a SCAP - Sociedade Cearense de Artistas Plásticos, responsáveis pela renovação do ambiente artístico cearense. Em 1942 expôe, pela primeira vez, no II Salão de Pintura do Ceará. Faz ilustrações para os jornais "O Unitário", "O Correio do Ceará" e "O Estado" e para livros de intelectuais cearenses. Aldemir transfere-se em 1945, para o Rio de Janeiro, onde participa de uma coletiva na Galeria Askanasi e do Salão Nacional de Belas Artes. Um ano depois está em São Paulo onde realiz sua primeira individual, na seção paulista do Instituto dos Arquitetos do Brasil. Em 1947 é convidado a participar da exposição "19 Pintores", que marca a emergência de uma nova geração de artistas brasileiros. Desde então, Aldemir Martins participa ativamente do movimento artístico brasileio. Concorre aos principais salões de arte do país, recebendo numerosos prêmios entre os quais o "Prêmio Viagem ao Exterior" do Salão Nacional de Arte Moderna (1954). Participa ainda de outras mostras competitivas como a Bienal de São Paulo e a Bienal de Veneza. Na I Bienal de São Paulo recebe o Prêmio de desenho "da Olívia Guedes Penteado" e na II, o prêmio "Nadir Figueiredo S.A.". Em 1956, Aldemir Martins conquista a láurea mais importante de sua carreira: O Prêmio Internacional de Desenho da Bienal de Veneza, que o consagra definitivamente.Em 1982 lhe foi outorgado o título Doutor Honóris Causa pela Universidade Federal do Ceará. Em 1985 a MWM lançou o livro "Aldemir Martins Linha, Cor e Forma" e, em 1990, a Best Seller editou o volume "Desenhos de Roma", que reúne trabalhos realizados por Aldemir Martins quando esteve na capital italiana desfrutando o prêmio Viagem ao Exterior. Desenhos e pinturas de sua autoria foram reproduzidos em numerosos produtos industriais tais como pratos, bandejas, xícaras, tecidos, embalagens e na abertura de telenovelas, "Terras Sem Fim" e "Gabriela, Cravo e Canela", de Jorge Amado, o que o tornou um dos artístas plásticos mais conhecidos do país. Ao longo de sua carreira, Aldemir Martins participou de mais de 150 exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior. Aldemir Martins faleceu em fevereiro de 2006 na cidade de Sao Paulo, onde residia.
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