O SÉCULO PRODIGIOSO

A arte no século XX

Pomar, Júlio - Expressionismo Abstracto



Gadanheiro, 1945
Óleo sobre aglomerado
122 x 83 cm
Colecção Museu do Chiado, Lisboa



Almoço do trolha, 1946/50
Óleo sobre tela
120 x 150 cm
Colecção Manuel Torres, Oeiras



Maria da Fonte, 1957
Óleo sobre aglomerado
121 x 180 cm
Colecção Família Pelágio Nogueira, Lisboa




Cegos de Madrid, 1957/59
Óleo sobre tela
81,5 x 101 cm
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa



Metro, 1964
Óleo sobre tela
60 x 60 cm
Colecção particular



Chantilly I, 1965
Óleo sobre tela
65 x 81 cm
Colecção Jorge de Brito, Cascais



Maio 68 (CRS-SS) II, 1968
Acrílico sobre tela
97 x 130 cm
Colecção Jorge de Brito, Cascais



Maio 68 (CRS-SS), 1969
Acrílico sobre tela
130 x 162 cm
Colecção Jorge de Brito, Cascais



Odalisca com Escrava II, segundo Ingres, 1969
Acrílico sobre tela
157,5 x 184,3 cm
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa



Graça Lobo, Laranja, 1973
Acrílico sobre tela
162 x 114 cm
Colecção particular



Belle-Isle-en-Mer, 1976
Acrílico sobre tela
127 x 172 cm
Colecção Fundação Júlio Pomar, Lisboa



La Table de l'architecte, 1977
Colagem, acrílico e objectos sobre tela
100 x 100 cm
Colecção Fundação Júlio Pomar, Lisboa



L´Épure, 1977
Colagem e acrílico sobre tela
100 x 100 cm
Colecção Joost van Odijk, Essene



Le Signe, 1978
Colagem, acrílico e objectos sobre tela
71 x 116 cm
Colecção Galeria 111, Lisboa



Le Luxe, 1979
Colagem e acrílico sbre tela
81 x 116 cm
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa



L'Étonnement, 1979
Colagem e acrílico sobre tela
116 x 81 cm
Colecção João Esteves Oliveira, Lisboa



Edgar Poe, Charles Baudelaire, Um Orangotango e o Corvo, 1985
Colagem e crílico sobre tela
195 x 130 cm
Colecção particular



Edgar Poe, Fernando Pessoa e o Corvo, 1985
Colagem e acrílico sobre tela
195 x 130 cm
Colecção particular



Fernando Pessoa encontra D. Sebastião: num «caixão sobre um burro ajaezado à andaluza», 1985
Acrílico sobre tela
158,5 x 154 cm
Colecção Caixa Geral de Depósitos, Lisboa



Lusitânia no Bairro Latino (retratos de Mário de Sá-Carneiro, Santa-Rita Pintor e Amadeo de Sousa Cardoso), 1985
Acrílico sobre tela
158,5 x 154 cm
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa



Mascarados de Pirenópolis XIV, 1987
Acrílico e carvão sobre tela
195 x 130 cm
Colecção Pinto da Fonseca, Lisboa



Camões, 1988/90
Acrílico e carvão sobre tela
195 x 130 cm
Colecção Ministério da Cultura, Lisboa



Kuka-Huka II, 1989
Acrílico e carvão sobre tela
130 x 195 cm
Colecção Grupo Totta, Lisboa



Martelo (e Três Frutos), 1991
Acrílico sobre tela
114 x 146 cm
Colecção Fundação Júlio Pomar, Lisboa



Tartaruga, 2003
Bronze e vidro
110 x 60 x 90 cm
Colecção Galeria Valbom, Lisboa

.........................................................................................................
Nasceu em 1926, em Lisboa, e instalou-se em Paris em 1963. Actualmente vive e trabalha em Paris e Lisboa. Frequentou a Escola de Artes Decorativas António Arroio e as Escolas de Belas-Artes de Lisboa e Porto, tendo participado em 1942 numa primeira mostra de grupo, em Lisboa, e realizado a primeira exposição individual em 1947, no Porto. Dedicou-se especialmente à pintura, mas o seu trabalho inclui também obras de desenho, gravura, escultura e «assemblage», ilustração, cerâmica, tapeçaria e cenografia para teatro. Realizou, igualmente, obras de decoração mural em azulejo para a Estação Alto dos Moinhos do Metropolitano de Lisboa, (1983-84), o Circo de Brasília (Gran’Circolar, 1987), a Estação Jardin Botanique do Metropolitano de Bruxelas (1992), o Tribunal da Moita («Justiça de Salomão», 1993) e a estação de combóios de Corroios (1998). Participou na Bienal de São Paulo de 1953 e, igualmente, nas edições de 1975 e 1985. A Fundação Gulbenkian organizou em 1978 a primeira retrospectiva da sua obra, que foi exibida em Lisboa, Porto e Bruxelas. Em 1986, uma nova exposição retrospectiva foi apresentada pela Fundação Gulbenkian em museus de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e também na sua sede, em Lisboa. Outras mostras antológicas de âmbito temático tiveram lugar em 1990, com obras de temas brasileiros, em Rio de Janeiro, São Paulo e Lisboa; em 1991, com pinturas e desenhos sobre temas literários e retratos de escritores («Pomar et la Littérature»), em Charleroi, Bélgica; em 1997, com trabalhos sobre o tema de D. Quixote, em Cascais, e pinturas sobre os Índios do Brasil, em Biarritz, França. Outras antologias de pintura foram apresentadas, em 1999 e 2000, em Macau e Pequim; em 2001, em Aveiro (Pinturas Recentes) e, em 2003, em Istambul. Publicou, em 2002, o volume de ensaios «Então e a Pintura?» e, em 2003, o poema «TRATAdoDITOeFeito». Expôs novas pinturas («Méridiennes - Mères Indiennes»), em 2004, na Galeria Patrice Trigano, em Paris, e o Sintra Museu de Arte Moderna – Colecção Berardo apresentou uma retrospectiva da sua obra organizada por Marcelin Pleynet sob o título «Autobiografia», onde foram expostas as primeiras peças de uma série de esculturas em bronze. Ainda em 2004, o CCB expôs uma antologia de obras recentes intitulada «Comédia Humana». Os dois primeiros volumes do catálogo «raisonné» da obra de pintura, escultura em ferro e assemblages foram publicados, em 2001 e 2004, pelas Éditions de la Difference, em Paris.
.........................................................................................................
« Home | Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »

2:30 PM

Tenho um quadro que me ofereceram que me parece ser de Júlio Pomar, gostaria de informação, do local onde me posso dirigir para saber se o mesmo é verdadeiro?    



1:46 PM

Fantástico!
Raúl Figueiredo    



10:48 PM

Tenho um quadro do Julio Pomar que é uma águia olhando para o lado direito, em óleo sobre tela e assinado por ele. Estou a vender o mesmo, por 250 mil euros. Interessados favor de me contactar    



1:01 PM

tenho um original de Pomar, autenticado pelo proprio em 2001, o apontamento tem 14x18cm, é feito a tinta da china e mostra duas crianças descalças, num cenario de revolução industrial, foi feito em 1942, é considerado o mais antigo trabalho de Pomar, dizem que oferecia a amigos, aquando das suas andanças pelo antonio arroio, já com ideia de ingressar nas belas artes.    



» Enviar um comentário