O SÉCULO PRODIGIOSO

A arte no século XX

Rockwell, Norman - Ilustração



Saturday Evening Post: Rockwell's first cover
1916



Leslie's
1917



Collier's
1919



Red Cross Magazine
1920



Fleischmann's Yeast "Bread and Ambition"
1920



Lime-Crush,
1921





Edison Mazda Lamps
1922



Grandpa's Little Ballerina, Saturday Evening Post Cover
1923



Daydreaming Bookkeeper, Saturday Evening Post Cover
1924



Love Song
1926



Posts' first full-color cover
1926



Sunset, Saturday Evening Post Cover
1926



Treasures,
1927



Ticonderoga, "You're a lucky lad..."
1929



The Silhouette
1931



Saturday Evening Post "Summer Time"
1933



Beechnut, "Worth Stopping For!"
1937



Preliminary study for "Freedom of Speech"
1942



Rosie the Riveter, Saturday Evening Post Cover
1943



Freedom From Fear
1943



Freedom of Speech
1943



Freedom to Worship
1943



Freedom from Want
1943



Wilbur the Jeep
1944



Christmas ads: Plymouth
1950



Dumont Television
1950



Saying Grace, 1951
Oil on canvas
Private collection



The Watchmakers of Switzerland
1953



Christmas ads: Sheaffer's
1955



Rock of Ages
1955



Swift's Baby Food
1956



Triple self-portrait
1960
Oil on canvas
113x88,3 cm
Norman Rockwell Museum. Stockbridge



The Golden Rule, 1961
Oil on canvas
Norman Rockwell Museum, Massachusetts



The Connoisseur - Saturday Evening Post Cover
1962



Astronauts
1967
National Air and Space Museum



Man on the Moon
1967
Smithsonian Institution, Washington DC



Spring Flowers
1969
Óleo sobre lienzo.
20,3 x 25,4 cm.
Norman Rockwell Museum. Stockbridge



Ben Franklin's Sesquicentennial,



Frank Sinatra
1973

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Rockwell nasceu em Nova Iorque em 1894. Ele sempre quis ser artista e, por esse motivo, quando tinha 14 anos entrou para a New York School of Art. Aos 16 anos ingressou na National Academy of Design e também entrou para a Art Students League. Ainda aos 16 anos, dono de talento reconhecido, se tornou diretor da revista Boys’ Life (a revista dos escoteiros norte-americanos). Aos 21 anos, mudou-se para New Rochelle em Nova Iorque e abriu um estúdio em parceria com o cartunista Clyde Forsythe. Aos 22 anos fez, pela primeira vez uma capa para a revista The Saturday Evening Post, publicação que era descrita por Rockwell como “a maior janela de exposição da América”. Durante os 47 anos a seguir desse período, Norman Rockwell pintou 321 capas para essa revista. Entre seus principais trabalhos estão várias gravuras em que interpretou leis endereçadas ao congresso pelo presidente Franklin Delano Roosevelt que tinham a liberdade como tema central. Para sua infelicidade (e a de todos os seus admiradores), nos anos 1960, um incêndio destruiu seu estúdio e queimou grande parte de seus trabalhos. Em 1977, quando já estava estabelecido em Stockbridge, no estado norte-americano de Massachusetts, Rockwell publicou sua autobiografia e, foi agraciado com a medalha presidencial da liberdade (a maior comenda nacional concedida a civis) em virtude de seus “vívidos e carinhosos retratos de seus país”. Morreu, em 1978, aos 84 anos de idade. Suas pinturas, retratos do cotidiano, continuam vivas na memória dos norte-americanos. Por isso, ainda é muito comum que imagens como aquelas que vemos acima, sejam encontrados em consultórios médicos, quartos de crianças ou mesmo na sala de estar de muitas famílias. A suavidade com que seus trabalhos demonstram o esforço do médico para cativar sua pequena paciente ou a normalidade da situação de um exame médico feito por uma criança são demonstrações de uma vida tranqüila e feliz. Por sua vez, a menina que se vê no espelho e se compara com uma artista de cinema numa revista, nos apresenta toda a inocência e doçura da infância e da pré-adolescência. Em todas elas se percebe a alma do povo americano. Em cada uma delas, se vê um pouco do cotidiano dos Estados Unidos até a década de 1970. No conjunto desse enorme acervo de imagens, entende-se por que os americanos continuam a admirar Norman Rockwell. Ninguém lhes falou tão fundo e com tanta simplicidade usando apenas pincéis...

João Luís Almeida Machado in
Planeta Educação
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The pictures of NORMAN ROCKWELL (1894-1978) were recognized and loved by almost everybody in America. The cover of The Saturday Evening Post was his showcase for over forty years, giving him an audience larger than that of any other artist in history. Over the years he depicted there a unique collection of Americana, a series of vignettes of remarkable warmth and humor. In addition, he painted a great number of pictures for story illustrations, advertising campaigns, posters, calendars, and books. As his personal contribution during World War II, Rockwell painted the famous "Four Freedoms" posters, symbolizing for millions the war aims as described by President Franklin Roosevelt. One version of his "Freedom of Speech" painting is in the collection of the Metropolitan Museum of Art. Rockwell left high school to attend classes at the National Academy of Design and later studied under Thomas Fogarty and George Bridgman at the Art Students League in New York. His early illustrations were done for St. Nicholas magazine and other juvenille publications. He sold his first cover painting to the Post in 1916 and ended up doing over 300 more. Presidents Eisenhower, Kennedy, and Johnson sat for him for portraits, and he painted other world figures, including Nassar of Egypt and Nehru of India. In 1957 the United States Chamber of Commerce in Washington cited him as a Great Living American, saying that..."Through the magic of your talent, the folks next door - their gentle sorrows, their modest joys - have enriched our own lives and given us new insight into our countrymen." The Norman Rockwell Museum in Stockbridge, Massachusetts has established a large collection of his paintings, and has preserved Rockwell's last studio as well.
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9:05 PM

Bem os teus blogs são de um interesse e cuidado.. brutais... Volta não volta faço referencia no meu blog. Espero que não te importes...    



4:47 PM

fico muito feliz como artista plástica de saber da existência deste blog de interesse cultural a nível das artes plásticas com um conteúdo mais do que muito interessante, facultativo e de fácil acesso, partilho a paixão da obra gráfica e da litografia em particular muito obrigado    



9:42 AM

Hoje é o dia do meu aniversário e fiquei feliz por saber q esse artista faria aniversário no mesmo dia, não conhecia seus trabalhos e adorei, são lindíssimos...    



2:37 PM

sou fã incondicional parabéns pelo seu dia.    



5:18 PM

Escrever para falar de Norman Rockwell é como marcar encontro com o prazer. É fácil porque ele era facilmente compreendido. Mas, primeiro, quero lembrar de como comecei a despertar para a importância da ilustração, pintura e arte, de modo geral. Ganhei um livro, em 1978, entitulado "Mestres da Ilustração", editado por Jayme Cortez, desenhista e ilustrador português radicado no Brasil. Neste memorável livro conheci um excelente ilustrador brasileiro, Benício. Esse gaúcho, morador do Rio é praticamente unanimidade nacional, quando o assunto é ilustração realista. Autor de lindas capas de revistas de bolso, cartazes de cinema, capas de discos, ilustrações para empresas, bancos e também para Deus e o mundo. É considerado o Norman Rockwell brasileiro ou o Norman Rockwell é considerado o Benício americano.
E por falar em Rockwell, que é o meu assunto, ele dispensa adjetivos. Não lhe cabe mais qualquer definição qualitativa. É coisa de Deus! E só Deus é quem possui, provavelmente, um vocabulário tal, que possa expressar com mais exatidão a força dos trabalhos feitos por Rockwell. Uma coisa o meu vocabulário permite: Norman era um apaixonado, um homem livre, pois, ele possuía a coragem de pintar a felicidade. Atuando em contraponto com muitos artistas que optaram pelo escárnio, deboche, podridão, morte, cinza, desesperança, tédio, blefe, negação... Rockwell, ao contrário, exaltava a vida, o belo nas coisas, a importância da simplicidade, da inocência devida. Rockwell possuía a capacidade de esticar a vida, expandindo-a para torná-la mágica, superior, possível, sonhadora, sublime! Rockwell colaborou para a criação da arte alto-astral. Para isso é preciso autenticidade e coragem para contra-balançar com os segmentos artísticos contestadores, reprodutores ou semeadores da desesperança. Mesmo morto, Rockwell é vida; e muitos vivos estão artisticamente mortos. Mesmo quando hóspedes de galerias. A história os encaixará, no devido lugar. Norman se regozija do benefício de ter feito bem a cabeça alheia.
Eu sou pintor artístico de retratos e afins. Obrigado pelo espaço em seu blog.
O meu nome é J. G. Fajardo    



4:59 AM

Sou um entusiasta da arte dos pincéis e entre aqueles que mais admiro está Norman Rockwell.Foi um prazer muito grande encontrar o seu blog com tantas informações sobre essa arte em todas as suas cores e nuances.Como também me entusiasmo por música, gostaria de saber o nome da canção cantada por Maria João.
Muito obrigado por manter esse fantástico blog. Um grande abraço.
Jorge Monteiro (montjcm@gmail.com)    



4:04 PM

Prezado JG Sempre "viajei" através do seu blog,admirando seu bom gosto e me informando sobre a arte gráfica do sec XX porém notei que não ouço mais o fundo musical que eu também curtia muito ( Maria Joao ) que aconteceu ? Voce retirou a música do seu blog ? Qual o nome daquela musica( Maria Joao )? Podes recolocá-la ? Abraços.
montjcm@gmail.com.    



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