O SÉCULO PRODIGIOSO

A arte no século XX

Martins, Aldemir - Arte Brasileira Contemporânea



A Fera, 1966
190 x 130 cm
Tinta impressa s/ tela



O Flautista, 1967
100 x 80 cm
Acrílico sobre tela



Gato, 1968
54 x 73 cm
Acrílico sobre tela



Paisagem Marinha, 1970
60 x 80 cm
Acrílico sobre tela



Bois, 1971
25 x 25 cm
Acrílico sobre tela



Cangaceiro Az de Ouro, 1973
115 x 89 cm
Acrílico sobre tela



Galo, 1987
81 x 60 cm
Acrílico sobre tela



Apartaide, 1989
74 x 52 cm
Acrílico sobre papel martelado



Paisagem, 1994
46 x 55 cm
Acrílico sobre tela



Frutas, 1995
60 x 81 cm
Acrílico sobre tela



Gato Azul, 1995
55 x 46 cm
Acrílico sobre tela



Flores, 1995
81 x 60 cm
Acrílico sobre tela



Flores, 1995
97 x 130 cm
Acrílico sobre tela



Cangaceiro, 1999
40 x 30 cm
Acrílico sobre tela colada cartão



Cangaceiro, 1999
40 x 30 cm
Acrílico sobre tela colada cartão



Cangaceiro, 1999
40 x 30 cm
Acrílico sobre tela colada cartão



Cangaceiro, 1999
40 x 30 cm
Acrílico sobre tela colada cartão



Palheta - Natureza morta, 2000
27.5 x 41.5 cm
Acrílico sobre madeira



Paisagem, 2000
40 x 50 cm
Acrílico sobre tela



Gato, 2003
130 x 98 cm
Acrílico sobre tela


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Aldemir Martins nasceu no dia 8 de novembro de 1922 em Ingazeiras, Vale do Cariri, Ceará. Ainda menino, transfere-se com a familia para Vila Guaiúba, município de Pacatuba, localizado nas proximidades da capital cearense. Aos 11 anos é enviado ao Colégio Militar de Fortalez, no qual permanece 5 anos, tranferindo-se em seguida para o ateneu São José. Aldemir desenha desde menino. No colégio militar, torna-se monitor de desenho de sua classe e no Exército, para o qual é convocado após fazer a Companhia de Quadros (1941) e no qual permanece até 1045, desenha o mapa aerofotogramétrico da cidade de Fortaleza, e vence concurso nas oficinas de material bélico, tornando-se Cabo Pintor. No início dos anos 40, Aldemir Martins cria, juntamente com Mário Barata, Barbosa Leite, Antonio Nadeira, Carmélio Cruz, Inimá de Paula e outros, o Grupo Artys e a SCAP - Sociedade Cearense de Artistas Plásticos, responsáveis pela renovação do ambiente artístico cearense. Em 1942 expôe, pela primeira vez, no II Salão de Pintura do Ceará. Faz ilustrações para os jornais "O Unitário", "O Correio do Ceará" e "O Estado" e para livros de intelectuais cearenses. Aldemir transfere-se em 1945, para o Rio de Janeiro, onde participa de uma coletiva na Galeria Askanasi e do Salão Nacional de Belas Artes. Um ano depois está em São Paulo onde realiz sua primeira individual, na seção paulista do Instituto dos Arquitetos do Brasil. Em 1947 é convidado a participar da exposição "19 Pintores", que marca a emergência de uma nova geração de artistas brasileiros. Desde então, Aldemir Martins participa ativamente do movimento artístico brasileio. Concorre aos principais salões de arte do país, recebendo numerosos prêmios entre os quais o "Prêmio Viagem ao Exterior" do Salão Nacional de Arte Moderna (1954). Participa ainda de outras mostras competitivas como a Bienal de São Paulo e a Bienal de Veneza. Na I Bienal de São Paulo recebe o Prêmio de desenho "da Olívia Guedes Penteado" e na II, o prêmio "Nadir Figueiredo S.A.". Em 1956, Aldemir Martins conquista a láurea mais importante de sua carreira: O Prêmio Internacional de Desenho da Bienal de Veneza, que o consagra definitivamente.Em 1982 lhe foi outorgado o título Doutor Honóris Causa pela Universidade Federal do Ceará. Em 1985 a MWM lançou o livro "Aldemir Martins Linha, Cor e Forma" e, em 1990, a Best Seller editou o volume "Desenhos de Roma", que reúne trabalhos realizados por Aldemir Martins quando esteve na capital italiana desfrutando o prêmio Viagem ao Exterior. Desenhos e pinturas de sua autoria foram reproduzidos em numerosos produtos industriais tais como pratos, bandejas, xícaras, tecidos, embalagens e na abertura de telenovelas, "Terras Sem Fim" e "Gabriela, Cravo e Canela", de Jorge Amado, o que o tornou um dos artístas plásticos mais conhecidos do país. Ao longo de sua carreira, Aldemir Martins participou de mais de 150 exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior. Aldemir Martins faleceu em fevereiro de 2006 na cidade de Sao Paulo, onde residia.
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8:39 PM

Adoro os trabalhos d Aldemir, razão pela qual copiei algs imgs...
Um artista pouco considerado no meu meio; falou-se um pouco dele à época de seu recente falecimento. Uma pena.
Ainda tenho guardado uma antiga lata de sorvete (acho q da kibon, brasil) em q reproduziram todos os gatos q ele fez.
Estas suas galerias são ótimas p/ aula de hist da arte!
Grata.    



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