O SÉCULO PRODIGIOSO

A arte no século XX

Sickert, Walter - Pós-Impressionismo

Terça-feira, Junho 27, 2006


Portrait of the artist's first wife, nee Ellen Cobden - 1885-1899
Oil on board
38.0 x 28.0cm board
Art Gallery of New South Wales, Sydney, Australia



The Old Bedford - 1894-5
Oil on canvas
Fitzwilliam Museum at the University of Cambridge, UK



St Mark's, Venice - 1901 a 1902
Oil on panel
20 cm x 24.6 cm
Fitzwilliam Museum at the University of Cambridge, UK



Bonne Fille - 1906
Oil on canvas
46 x 38,1 cm
The Beaverbrook Art Gallery, New Brunswick



Les Petites Belges (Young Belgian Women) - 1907
Oil on canvas
51.1 x 41.0 cm (20 1/8 x 16 1/8 in.)
Museum of Fine Arts, Boston



Les Vénitiennes (Venetian Women)- 1907
Oil on canvas
45.7 x 57.2 cm (18 x 22 1/2 in.)
Museum of Fine Arts, Boston



Mornington Crescent nude, contre-jour - 1907
Oil on canvas
50.8 (h) x 61.1 (w) cm
Art Gallery of South Australia, Adelaide



Carolina - 1908
Oil on canvas
46 x 38.1 cm (18 1/8 x 15 in.)
Museum of Fine Arts, Boston



Nude standing by an iron bedstead - 1909
Oil on canvas
50.8 (h) x 34.5 (w) cm
Private collection



A French Kitchen - about 1910-1920
Oil on canvas
9 7/8 x 13 7/8 in.
J. Paul Getty Museum, Los Angeles



The integrity of Belgium - 1914
Painting
oil on canvas
92.5 (h) x 71.5 (w) cm
Art Gallery of South Australia, Adelaide



Ennui - c.1914-18
Oil on canvas
76.0 (h) x 56.0 (w) cm
Art Gallery of South Australia, Adelaide



High-Steppers - 1938
Oil on canvas
132.00 x 122.50 cm
National Galleries of Scotland, Edinburgh

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No quadro "Mornington Crescent nude, contre-jour" de 1907 uma mulher deita-se numa cama num interior sombrio com as costas voltadas para a jnela, a luz lançando sombras nada lisonjeiras sobre a sua figura pesada. Este quadro pertence a um série de nus pintados em Mornington Crescent, no norte de Londres, onde Sickert viveu em tempos e demonstra o interesse do artista por cenários escuros e miseráveis. O tratamento grosseiro e textural da tinta é característico da abordagem completamente original que Sickert faz dos óleos, ao mesmo tempo que o tratamento da luz e da sombra ilustram a sua dívida para com o pintor francês do século XIX, Edgar Degas. A sua visita ao estúdio de Degas em Paris, enquanto jovem, afectou-o profundamente. Nascido na Alemanha, Sickert foi para Inglaterra ainda em criança e, mais tarde, viveu algum tempo em Dieppe e Veneza. Foi um dos mais importantes expressionistas ingleses e o seu estúdio tornou-se um local de encontro para os artistas vanguardistas da época. Formou o grupo de Camden Town em 1911, que se concentrou em cenas do quotidiano da classe trabalhdora.
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Charters d'Azevedo - Arte Portuguesa Contemporânea

Sábado, Junho 24, 2006


Eguada
Acrílico sobre tela
24 x 30 cm



Dançarina agradecendo os aplausos
Técnica mista sobre tela
70 x 60 cm



Mulher dançando a sua alegria
Acrílico sobre tela
70 x 60 cm



A abordagem na rua de uma prostituta
Acrílico sobre tela
81 x 60 cm



A exuberância e o glamour de uma ave
Acrílico sobre tela
70 x 60 cm



Perspectivas diferentes de cabeças de cavalos
Acrílico sobre tela
70 x 60 cm



Aldeia do interior de Portugal
Acrílico sobre tela
70 x 60 cm



Emoções
Acrílico sobre tela
60 x 70 cm



Cão deitado mas ao mesmo tempo atento
Mista sobre tela
60 x 90 cm

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Pedro Charters d’AzevedoAutodidacta, natural de Lisboa e nascido em 1946. Apresenta nesta mostra trabalhos recentes, que prosseguem a linguagem expressiva das anteriores, mantendo a linha de referência e introduzindo textura. A sua “maior juventude” deixa-se transparecer num maior requinte técnico, resultado de uma constante pesquisa.
•Frequência do Curso de Pintura, da SNBA,
•Membro da Academia Europeia das Artes (Paris)
•Membro do Art Portugal (artistas plásticos portugueses)
•Membro da S.N.B.A.
•Membro da Associação “Artista de Gaia” (Vila N.de Gaia)
Revela muito cedo tendência para as Artes. Desenvolve, como autodidacta, a prática de Desenho e Pintura.Hoje, tendo já executado centenas de esboços, desenhos e mais de quinhentas obras a carvão e a acrílico, conta com mais de 100 Exposições Colectivas e Individuais realizadas em Lisboa, Setúbal, Paris, Madrid, Barreiro, Áustria, Azeitão, Sesimbra, Leiria, Porto, Algarve, Alcochete, Cascais e Nimes entre outras.
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:: pensamentos do autor ::

Para mim na feitura de uma pintura o que domina é, sobretudo, o processo de escrita a escolha da forma que evite não só a banalidade como erros de estilo.

A dor e o júbilo na criação da obra existem mas em tempos diferentes, a dor no momento da criação e o júbilo no fim da obra completa quando me apercebo que o quadro resultou, e funciona.

O que determina o que vai ser o objecto de arte a que me dedico é aquele momento em que ponho na tela os primeiros traços de tinta, a imagem, o ambiente ou o motivo que determina o seu desenvolvimento. Klee dizia que a pintura não restitui o visível, torna-o visível, Matisse nunca pintava as coisas mas as relações entre elas, dizia ele. Um e outro, tudo somado, definem, quanto a mim, aquilo a que posso chamar o limite sublime da arte.

O que interessa na pintura não é só criar um objecto por si mesmo desligado do autor, é ao contrário, o Eu está sempre presente na imagem produzida, há sempre um pouco de mim, mesmo quando o quadro nasce, como não pode deixar de ser, de circunstâncias de uma memória pessoal. É em certa medida um filho meu.

As tintas a colocar numa tela tem, sempre, o lugar concreto que é o seu, nos tubos e frascos. Mas numa tela os tons, as cores, a sua frequência, a sua cadência o seu lugar no espaço da tela, a orientação o estilo e a forma que elas proporcionam integra-se no resultado de um efeito de memória, cadência e ritmo que toda a obra transporta: por instantes para quem observa parece que se perde o sentido próprio, e está “livre” para receber qualquer outro sentido. A obra de arte transporta esse efeito: é o apreciador ou comprador de arte, que nas sucessivas “leituras” do mesmo quadro, pode fazer isso. Por isso um quadro nunca se esgota num sentido, ou numa interpretação.

Num quadro nunca é a redução do Eu mas um alargamento para os outros do que, a princípio pode nascer apenas de um. Assim uma obra deve integrar a expressão afectiva num enquadramento reflexivo, ou num espaço de meditação que anule a simples efusão sentimental.

(2002)
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DuBois, Gerard - Ilustração

Segunda-feira, Junho 19, 2006


Face with Heart Eye - 2001
4in x 3in
acrylic



Cat Nap - 2001
10in x 6in
acrylic



Others - 2001
11in x 8in
acrylic



The Bed - 2002
8in x10in
acrylic



First Lesson - 2002
8in x 5in
acrylic



Squirrel on Head - 2002
7in x 5in
acrylic



Zero - 2003
9in x 9in
acrylic



The shoe - 2003
13in x 19in
acrylic



Tied Shoe - 2003
7in x 9in
acrylic

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Gerard DuBois nasceu em paris em 1968. Estudou na École Superieure of Arts Estienne and L.E.I. Rue Madam em Paris. Em 1989 atravessou o Atlântico para se instalar em Montreal. O seu trabalho editorial tende recebido numerosos prémios da Canadian Magazine Awards e da American Society of Newspapers.
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Uelsmann, Jerry - Fotografia Conceptual

Domingo, Junho 11, 2006




Homenagem a Joseph Cornell



Homenagem a Max Ernst

















Homenagem a Man Ray











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Trato de comenzar a trabajar sin ninguna idea preconcebida. Cada "clic" del obturador es señal de que ha habido un involucramiento emocional y visual y conlleva la posibilidad de establecer una mayor compenetración con algún aspecto esencial del sujeto y de mis sentimientos hacia él, tanto conscientes como preconscientes. Mis hojas de contacto se vuelven entonces una especie de diario visual de todas las cosas que he visto y experimentado con mi cámara. Contienen las semillas a partir de las cuales crecen mis imágenes. Antes de entrar al cuarto oscuro, examino estas hojas y medito sobre ellas, en busca de yuxtaposiciones frescas e innovadoras que expandan las posibilidades del tema inicial. En el fondo, lo que espero es maravillarme yo. La expectación que me produce el poder descubrir nuevas posibilidades se convierte en mi alegría más profunda.

Ahora, la evolución digital le está dando a los artistas nuevas y emocionantes formas alternativas para generar imágenes. Aunque sí estoy interesado en estas opciones que ofrece la computadora, aún le tengo un amor elemental al cuarto oscuro y a la alquimia que implica. En términos del proceso creativo, encuentro que el número abrumador de opciones que ofrece la computadora hace que la toma de decisiones se vuelva un atolladero. He dado algunos primeros pasos haciendo modificaciones menores por computadora a algunas de mis imágenes que inicialmente fueron creadas en el cuarto oscuro. Ignoro a dónde me llevará este viaje. Todas las imágenes presentadas en este sitio fueron creadas totalmente en el cuarto oscuro.

Jerry Uelsmann in "Otras Realidades"

Website oficial de Jerry Uelsmann
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Gauguin, Paul - Pós-Impressionismo

Quarta-feira, Junho 07, 2006


Les Alyscamps, Arles - 1888
Oil on canvas
91 x 72 cm (35 7/8 x 28 3/8 in
Musee d'Orsay, Paris



Still Life with Three Puppies - 1888
Oil on wood
88 x 62.5 cm (34 3/4 x 24 5/8 in)
The Museum of Modern Art, New York



Vision after the Sermon; Jacob Wrestling with the Angel - 1888
Oil on canvas
National Gallery of Scotland, Edinburgh, UK.



The Schuffenecker Family - 1889
Oil on canvas
Musée d'Orsay, Paris, France



Self-Portrait with Yellow Christ - 1889
Oil on canvas
Private collection



Ondine - 1889
Oil on canvas
The Cleveland Museum of Art, Cleveland, USA.



La Belle Angèle (Portrait of Madame Satre) - 1889
Oil on canvas
Musée d'Orsay, Paris, France



Vahine no te tiare (Woman with a Flower) - 1891
Oil on canvas
Ny Carlsberg-Glyptotek, Copenhagen, Denmark



Tahitian Women (On the Beach) - 1891
Oil on canvas
Musée d'Orsay, Paris, France.



Manao tupapau (The Spirit of the Dead Keep Watch) - 1892
Oil on canvas
Albright-Nox Art Gallery, Buffalo, NY, USA



Piti Teina. (Two Sisters) - 1892
Oil on canvas
Collection of Otto Krebs, Holzdorf. Now in the Hermitage, St. Petersburg, Russia.



Aita Tamari vahina Judith te Parari (Annah the Javanese) - 1893
Oil on canvas
Private collection



Nave Nave Moe (Sacred Spring)- 1894
Oil on canvas
The Hermitage, St. Petersburg, Russia.



Te Arii Vahine (Queen) - 1896
Watercolor
Private collection



Tahitian Idyll - 1901
Oil on canvas
E.G.Buhrle collection, Zurich, Switzerland



Girl with a Fan - 1902
Oil on canvas
Folkwang Museum, Essen, Germany.



Barbarous Tales - 1902
Oil on canvas
Folkwang Museum, Essen, Germany

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As exóticas e dignas mulheres que Gauguin pintou, inseridas na paisagem paradisíaca do Taiti, onde viveu, representam a aclamação do "nobre selvagem" e a sua paixão pelas chamadas culturas primitivas. O esquema de cores rico e atmosférico criado pelo verde escuro, azul e púrpura aprofundam o mistério lírico das suas pinturas. Desde a sua infância no Peru, Gauguin desenvolveu um gosto por locais remotos e um apetite voraz pelas culturas não ocidentais. Tendo desistido da sua carreira como corretor aos 40 anos, tornou-se pintor a tempo inteiro. Embora inicialmente tenha exibido com os impressionistas, cedo desenvolveu o seu estilo único, com formas planas coloridas e contornos carregados. Apesar de ter morrido na pobreza e obscuridade nas ilhas Marquesas, a rejeição do naturalismo e o entusiamo pela arte primitiva, tiveram um enorme impacto no desenvolvimento da arte moderna. Paul Gauguin nasceu em Paris em 7 de Junho de 1848 e morreu em Atuona, nas Ilhas Marquesas em 1903.
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