Quarta-feira, Maio 31, 2006
Red River
Acrílico sobre tela
120 x 100 cm

O Rio de Janeiro continua lindo
Acrílico sobre tela
80 x 80 cm

Sem título
Acrílico sobre tela
80 x 100 cm

Sem título
Acrílico sobre tela
100 x 100 cm

Sinfonia
Acrílico sobre tela
120 x 100 cm

Depois da tempestade
Acrílico sobre tela
80 x 100 cm

Privacy
Acrílico sobre tela
70 x 80 cm

Sonhos
Acrílico sobre tela
80 x 80 cm

Paisagem
Acrílico sobre tela
80 x 100 cm
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Hildebrando Moguiê Alves nasceu em Paraisópolis, MG, Brasil, em 1954. Estudou Belas Artes na UFMG, dedicando-se à pintura e ao desenho. Produtor gráfico na Editora Cidade Nova, São Paulo, de 1982 a 1987. Em 1988 transferiu-se para Roma, onde desenvolveu a sua actividade, Em 2003 radicou-se em Portugal.:
Tem feito exposições individuais e colectivas em vários países, nomeadamente, Brasil, Itália, China, Rússia e Espanha. Em Junho de 2006 exporá a sua pintura numa mostra individual em Belas.
Sobre a arte de Hildebrando Moguiê, o crítico italiano Giovanni Davi escreveu:
“A pintura de Hildebrando Moguiê cobre amplas áreas em vermelho, indicação de uma procura orientada à definição de uma linguagem pessoal. A relação das formas geométricas livres com o espaço que as circunscreve – muitas vezes definido pelo preto, azul, viola – nasce come procura de equilíbrio, exigência de contemplação e fruto de concentração emotiva. As grandes áreas de cor tornam-se consequentemente cortes prospectivos, às vezes assinalados por uma simples linha que emerge para evidenciar planos ou definir espaços, articulando a composição. A estrutura simples da linguagem de Moguiê deixa entrever a sua natureza interior, a tensão em exprimir com uma pintura não figurativa “espaços” acessível ao homem de hoje. E ainda na sua investigação emerge, principalmente do corte das formas que se relacionam com contrastes bem definidos, o desejo de querer explorar um mundo imerso em “realidades de formas”, tendo em si uma matriz luminosa e brilhante que torna possível a sua percepção”.
O artista pode ser contacto através endereço hildebrandoalves@mail.telepac.pt
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Terça-feira, Maio 23, 2006
Flautista - 1934
Óleo sobre madeira
46x37,5 cm
Colecção particular, Brasil

Índia e Mulata - 1934
Óleo sobre tela
72x50 cm
Colecção particular, Brasil

Grupo de meninas - 1940
Óleo sobre tela
100x80 cm
Museus Castro Maya, Brasil

Paisagem de Brodowski - 1940
Óleo sobre tela
81 x 100 cm
Colección Gilberto Chateaubriand / MAM RJ

Mulher chorando - 1944
Óleo sobtre tela
100x81,5 cm
Museu Nacional de Belas Artes, Buenos Aires, Argentina

Criança Morta - 1944
Óleo s/ tela, 176 x 190 cm.
Col. Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo, Brasil

Retirantes - 1944
Óleo s/ tela
190 x 180 cm.
Col. Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo, Brasil

Colheita de algodão - 1948
Óleo sobre madera, 42 x 50 cm
Colección Emídio Dias Carvalho, São Paulo

Dom Quixote e Sancho Pança Saindo para Suas Aventuras - 1956
Lápis de cor s/ cartão
28,5 x 21,5 cm.
Col.Museus Castro Maya, Brasil

Auto-Retrato - 1957
Óleo s/ madeira
55 x 46 cm.
Col. particular, Brasil

Colheita de café - 1958
Óleo sobre madeira
60 x 73 cm
Col. particular, São Paulo

Colheita de milho - 1959
Óleo s/ tela
65 x 81 cm.
Col. particular, Brasil
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Candido Portinari é considerado o maior e mais universal pintor brasileiro. Portinari nasceu em Brodósqui, São Paulo, em 1903. Em 1918 parte para o Rio de Janeiro, onde inicia o curso livre de pintura na Escola de Belas Artes. Dez anos mais tarde, com 25 anos, recebe um prémio de viagem ao estrangeiro, o que lhe permitiu conhecer a Europa, onde viveu durante dois anos (Paris), e entrar em contacto com diversas correntes artísticas e pintores. Esta experiência enriquece-o bastante, dizendo-se mesmo que Portinari vai para a Europa académico (o academismo dominava no Brasil) e volta moderno. A temática recorrente da sua obra são os trabalhadores, as suas vidas e o seu trabalho, os dramas sociais, a miséria da terra brasileira, os morros brasileiros, ou seja, o povo e a sua luta diária pela sobrevivência. A sua obra caracteriza-se por um realismo quase monumental na forma como ele representa o homem trabalhador, com pés, mãos e braços exageradamente volumosos. Contudo, depois de passar por uma fase expressionista, na representação da guerra, acaba com uma expressão mais lírica e menos combativa. Além do trabalho de cavalete, Portinari desenvolveu também a pintura mural, claramente influenciado pelo muralismo mexicano. Da sua vasta obra destacam-se: O Café (tela-1934); O Menino Morto e Enterro na Rede da série Emigrantes (telas); A Primeira Missa no Brasil (painel-1947); Tiradentes (painel-1947); Via Crucis (painel-1953); e Guerra e Paz (painel-1954-1956). Portinari fez exposições em todo o mundo, constituíndo uma referência muito importante a nível mundial. Esteve em Portugal o seu quadro O Café, no pavilhão brasileiro da Exposição do Mundo Português, tendo marcado a forte influência de Portinari nos pintores neo-realistas portugueses. Portinari morreu em 1962, no Rio de Janeiro.
Projecto Portinari
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Sexta-feira, Maio 19, 2006
Untitled - 1953
Watercolor, ink, and pencil on paper
15 1/2 x 18 3/4 in.
The Museum of Contemporary Art, Los Angeles

Berkeley No. 8 - 1954
Oil on canvas
69 1/8 x 59 1/8 in. (176 x 150 cm)
North Carolina Museum of Art

Berkeley No. 12 - 1955
Oil on canvas
53 1/4 x 43 1/4 in
The Phillips Collection, Washington D.C.

Woman by a Large Window - 1957
Acrylic on canvas
70 7/8 x 64 7/8 in. (180 x 165 cm)
Allen Art Museum at Oberlin College, Ohio

Man and Window - 1958
Media Ink and watercolor on paper
14 x 17 in. (35.56 x 43.18 cm
Los Angeles County Museum of Art

Girl with Plant - 1960
Oil on canvas
80 x 69 1/2 in.
The Phillips Collection, Washington D.C.

Cityscape I (Landscape No. 1) - 1963
Oil on canvas
60 1/4 x 50 1/2 in
San Francisco Museum of Modern Art

Ocean Park, No. 6 - 1968
oil on canvas
92 x 72 in. (233.7 x 182.9 cm)
Smithsonian American Art Museum, Washington D.C.

Ocean Park No. 49 - 1972
Oil on canvas
93 x 81 in
Los Angeles County Museum of Art, Los Angeles

Ocean Park No. 54 - 1972
Oil on canvas
100 x 81 in
San Francisco Museum of Modern Art

Ocean Park No. 114 - 1979
Oil on canvas
81 x 81 in
Mr and Mrs Robert McClain Collection, Newport Beach, California

Ocean Park No. 115 - 1979
Oil on canvas
100 x 81 in
The Museum of Modern Art, New York

Ochre - 1983
woodcut on Mitsumata paper
63.5 x 90.49 cm (25 x 35 5/8 in.)
National Gallery of Art, Washington D.C.

Untitled (Ocean Park Drawing) - 1983
Acrylic, gouache, crayon, pasted paper
29 3/4 x 24 in.
The Phillips Collection, Washington D.C.
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Na tela "Berkeley No. 8" de 1954, Diebenkornaplica camadas de cores vivas e contrastantes que diveidem a tela secções irregulares. O cor-de-laranja e o azul intensos, assim como as pinceladas vigorosas, evocam a luz e a cor de Berkeley, na Califórnia. Tendo passado a maior parte da sua vida profissional na costa oeste, o pintor assimilou e reproduziu as características da luz daquela região. Sempre travou uma luta íntima com a tinta, preocupando-se mais com o processo de pintar do que com os temas tratados. Foi influenciado por muitos pintores abstractos, desde Mondrian e a sua análise redutora., De Kooning e o seu estilo expressivo, até à cor de Matisse e à exploração dos planos alternados da pintura de Hofmann. Em meados dos anos 50, Diebenkorn virou-se para a pintura figurativa, regressando só ao Abstraccionismo com a sua famosa série "Ocean Park". Embora sendo, primordialmente, um pintor abstracto, não revelaou o mesmo sentimento de angústia associado aos expressionistas de Nova Iorque, sendo difícil categorizar a sua obra.
Richard Diebenkorn nasceu em Portland (EUA) em 1922 e morreu em Berkeley em 1993.
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Segunda-feira, Maio 15, 2006
Spring/Summer

Robert Johnson

Bird Girl

Cow

John Hiatt

Spring Girl

Greg Norman

Southern Madonna

Wildwood Flower

The Vineyard

Lula

Johnny and June Carter Cash

Santana

St. Cobain

Acrobats
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Marc Burckhardt utiliza os símbolos culturais dos icons bizantinos, retábulos mexicanos, arte "folk" americana e estética de cartazes circences para elaborar as suas ilustrações. O seu trabalho é muito influenciado pela linguagem popular histórica para a converter em temas e ideias modernas. O seu trabalho tem sido publicado em ínumeras revistas e publicações de prestígio, tais como o National Geographic, Rolling Stone, TIME, Major League Baseball, Arena Stage, Comcast, The New York Times e Random House. Já foi galardoado com os prémios da New York Society of Illustrators, Communication Arts, Print, Graphis, STEP, The American Advertising Federation e The Los Angeles Society of Illustrators. Já foi professor na New York's School of Visual Arts. Agora ensina ilustração na Texas State University, perto de sua casa em Austin, Texas.
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