Terça-feira, Abril 25, 2006
Soldado Ferido na Guerra - 1880

Retrato de Menina - 1886

Convalescente - 1888

A Caminho da Igreja - 1900

Costureira - 1903

Jovem Lendo - 1904

Mulher Sentada - 1908

Auto-retrato - 1912

Auto-retrato - 1915

Jovens - 1915

Mãe e Filho - 1917

Einar Reuter - 1919
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No seu auto-retrato de 1912, Helene Schjerfbeckexamina-se a ela própria com um olhar firme, penetrando na realidade que está por detrás da sua máscara semelhante à de um palhaço. Emergindo de um fundo sombrio em azul e castanho, a artista transpira um ar melancólico e solene. As cores são silenciosas e a única nota colorida é o seu olho água-marinho, realçado pela cor da gola. O cabelo, puxado para trás de uma forma severa, dá-lhe quase uma aparência masculina. Longe do auto-elogio, Helene retrata-se com uma franqueza nua. O olhar vulnerável associado às manchas de tinta na face e aos toques de cor anormalmente forte, dão à obra um sentimento de inquietação. Este auto-retrato, parte de uma série produzida ao longo da sua vida, foi feito quando a artista tinha 50 anos.
Influenciada por Munch no relevo que dá à transmissão do sentimento interior, Schjerfbeck pode ser associado ao Expressionismo. Os seus auto-retratos foram a sua maior realização mas ela também pintou naturezas-mortas simplificadas, paisagens e composições figurativas.
Helene Schjerfbeck nasceu em Helsinquia em 10 de Julho de 1862. Com a idade de 11 anos começou a frequentar a escola de desenho Finnish Art Society's. Estudou em Paris durante os anos 1880, desenvolvendo as técnicas Naturalistas e, mais tarde, o Simbolismo. Em 1902 regressou à Finlândia e viveu relativamente isolada até 1917. até que um vendedor de arte expôs os seus trabalhos numa galeria privada. Fez um enorme sucesso e passaou a ser uma artista de mérito reconhecido a os seus quadros disputados por coleccionadores e museus. Em 1925 mudou-se para Tammisaari. Em 1944, recolheu-se num hotel residencial perto de Estocolmo, onde ficou até à sua morte em 1946.
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Quinta-feira, Abril 20, 2006

Terça-feira, Abril 18, 2006
Photogram - 1922
gelatin silver print
37.2 x 27.3 cm.
Eastman House Museum of Photography & Film, Rochester, New York

Photogram - 1923
Gelatin silver print
6 15/16 x 4 13/16 in.
J. Paul Getty Museum, Los Angeles

The Law of Series. (Das Gesetz der Serie) - 1925
Gelatin silver print (photomontage)
8 7/16 x 6 7/16" (21.4 x 16.3 cm
Museum of Modern Art, New York City

Eifersucht - 1927
collage with photographic/photo-mechanical and drawn elements
63.8 x 56.1 cm.
Eastman House Museum of Photography & Film, Rochester, New York

Photogram Number 1 - the Mirror
negative 1922 - 1923; print about 1928
Gelatin silver print
26 5/16 x 36 1/4 in.
J. Paul Getty Museum, Los Angeles

Behind Back of God / Between Heaven and Earth - 1925
Gelatin silver print
9 1/4 x 6 7/8 in.
J. Paul Getty Museum, Los Angeles

Love Your Neighbor/Murder on the Railway Line - 1925
Gelatin silver print
14 3/4 x 10 5/8 in.
J. Paul Getty Museum, Los Angeles

The Olly and Dolly Sisters - 1925
Gelatin silver print
14 3/4 x 10 13/16 in.
J. Paul Getty Museum, Los Angeles

Photogram: Hands and Paintbrush - 1926
Gelatin silver print
9 7/16 x 7 1/16 in. (23.9 x 17.9 cm)
The Metropolitan Museum of Art, New York City

Photogram - 1922-29
Gelatin silver print (photogram
19 3/4 x 15 3/4" (50.2 x 40.1 cm)
Museum of Modern Art, New York City

Laboratory, 1938
Gelatin silver print
27.1 x 34.7 cm.
Eastman House Museum of Photography & Film, Rochester, New York

Untitled - 1939
Photograph, photogram, vintage gelatin silver print
50.5 x 40.3 cm (19 7/8 x 15 7/8 in.)
Museum of Fine Arts, Boston

Photogram - 1939
gelatin silver print
48.7 x 59.4 cm.
Eastman House Museum of Photography & Film, Rochester, New York

Photogram - ca. 1940
gelatin silver print
40.5 x 50.4 cm.
Eastman House Museum of Photography & Film, Rochester, New York
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László Moholy-Nagy (1895 - 1946), pintor, escritor e fotógrafo magiar nascido em Bacsbarsod, Hungria, cuja proposta para as artes gráficas e visuais, consistia da aplicação do rigor geométrico à obra de arte. Estudou direito em Budapeste e participou de movimentos da vanguarda artística de seu país antes de se mudar para Berlim (1921), onde conheceu o abstracionista russo El Lissitzki, que lhe apresentou a arte abstracta. Através do arquitecto Walter Gropius, passou a ensinar na Bauhaus, em Weimar (1923), onde desenvolveu ideias originais sobre arte e pedagogia artística e criou um plano de estudos que procurava potenciar os dons visuais inatos do estudante. Fugindo do nazismo (1935), seguiu para Londres e depois para os Estados Unidos (1937), onde fundou, em Chicago, a Nova Bauhaus, que se tornaria a escola de desenho do Instituto de Tecnologia de Illinois e a primeira, nos Estados Unidos, a basear-se no programa da Bauhaus europeia. Como pintor e fotógrafo, trabalhou e experimentou principalmente a luz e suas pinturas a óleo sobre superfícies transparentes ou polidas para produzirem efeitos luminosos móveis, são tidas como precursoras da arte cinética. Até sua morte, em Chicago, também publicou vários livros, entre os quais The New Vision (1946; A nova visão).
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Quarta-feira, Abril 12, 2006
L’Aurore - July 1937
Oil on canvas
120 x 150.5 cm
Peggy Guggenheim Collection - New York

L'Appel de la Nuit - 1938
Oil on canvas
110.00 x 145.00 cm
National Galleries of Scotland, Edinburgh

Nymphs Bathing - 1938
Oil on canvas
Nellens Collection, Knokke

La Rue du tramway - 1938
Oil on canvas
90.30 x 131.30 cm
National Galleries of Scotland, Edinburgh

Pygmalion - 1939
Oil on wood
Musées Royaux des Beaux-Arts, Brussels

The Village of the Mermaids - 1942
Oil on panel
41 x 49 in.
The Art Institute of Chicago.

La Vénus endormie - 1944
Oil on canvas
1727 x 1991 mm
Tate Gallery

Femme au Miroir - 1945
Oil on masonite
35 x 31 in.
Minneapolis Institute of Arts, Minnesota

The Great Sirens - 1947
Oil on Masonite
79 1/2 x 112 1/2 in. (203 x 305 cm)
The Metropolitan Museum of Art, New York City

Léda - 1948
Oil on board
1527 x 950 mm
Tate Gallery

Small Train Station at Night - 1959
Oil on canvas
55 1/4 x 67 in. (140.3 x 170.2 cm)
The Metropolitan Museum of Art, New York

Mujeres de vida galante - 1962
Óleo sobre lienzo
140 x 122 cm
Art Collection of the Biblioteca Luis Ángel Arango, Colombia

Nu au jardin - 1966
Pen and ink and ink wash on paper
62.20 x 50.30 cm
National Galleries of Scotland, Edinburgh
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Paul Delvaux, pintor belga nascido em Antheit, Liége. Aos 21 anos, o pintor Courten convenceu os pais de Delvaux para que o mandassem estudar na Academia de Belas Artes de Bruxelas, onde foi, posteriormente, professor (1950-1962). Começou pintando quase exclusivamente paisagens, para passar a praticar uma espécie de realismo impressionista. Nos anos 30 foi influenciado pelo expressionismo flamenco e, sob a influência de De Chirico e Magritte, uma década mais tarde, já participava em exposições surrealistas. Considerado um dos grandes mestres do surrealismo, junto com Dali e Magritte, a sua técnica, quasi académuca, contrasta com a sua tendência para temas misteriosos e por uma fixação num mundo onírico e pessoal em que a mulher se configura como um ser anjélico, às vezes submetido a metamosfoses vegetais, numa atmposfera inquietante marcada por um certo erotismo. Por começar a perder a vista, Delvaux deixou de pintar a partir de 1986 e a sua última grande exposição retrospectiva foi em Paris, em 1992. Faleceu no dia 20 de Julho de 1994, aos 96 anos, em Furnes, Bélgica.
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Segunda-feira, Abril 10, 2006
Crayola, 1972-3
Oil on canvas
28 x 40 inc

Rich Art - 1972-3
Oil on canvas
36 x 50"

Jolie madame (Pretty woman) - 1973
oil on canvas
181.5 (h) x 243.0 (w) cm
National Gallery of Australia, Canberra

Chanel - 1974
Oil on canvas
60 x 84"

Queen - 1975-6
Oil on canvas
80 x 80"

Marilyn (Vanitas) - 1977
Oil on canvas
96 x 96"

Wheel of Fortune (Vanitas) - 1977-8
Oil on canvas
96 x 96"

Energy Apples - 1980
Oil on canvas
48 x 48"

Invocation - 1982
Oil on canvas
64 x 80"
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Se pintura e fotografia não se confundem, a imagem fotográfica é um recurso permanente dos "novos realistas", sendo utilizada de diversas maneiras. A foto é usada, antes de tudo, como meio para obter as informações do mundo, pinta-se a partir delas. O pintor trabalha tendo como primeiro registo os movimentos congelados pela câmara, num instante preciso. Se o modelo vivo - pessoa ou cena - sofre permanentemente as interferências do ambiente e está, portanto, sempre em movimento, a imagem registada pela máquina encontra-se cristalizada, imune a qualquer efeito externo imediato, o que lhe dá um tom de irrealidade. Audrey Flack (1931) utiliza a fotografia como suporte. Observa-se ainda a utilização de técnicas pictóricas que permitem obter um resultado final similar à fotografia. O uso do aerógrafo (airbrush), por exemplo - que nunca toca a tela e que, portanto, não deixa impressas as marcas do gesto e do pincel - permite o controle da quantidade de tinta a ser empregada e sua distribuição regular: cada área do quadro é pintada do mesmo modo. A pintura obtida, nesse caso, é lisa, sem texturas nem empastes. O recurso à superfície espelhada - painéis com espelhos, vidros e metal reluzente - é outro traço relevante dessa produção.
Ler mais sobre HIPER-REALISMO
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