Schjerfbeck, Helene - Naturalismo Expressionista

Soldado Ferido na Guerra - 1880

Retrato de Menina - 1886

Convalescente - 1888

A Caminho da Igreja - 1900

Costureira - 1903

Jovem Lendo - 1904

Mulher Sentada - 1908

Auto-retrato - 1912

Auto-retrato - 1915

Jovens - 1915

Mãe e Filho - 1917

Einar Reuter - 1919
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No seu auto-retrato de 1912, Helene Schjerfbeckexamina-se a ela própria com um olhar firme, penetrando na realidade que está por detrás da sua máscara semelhante à de um palhaço. Emergindo de um fundo sombrio em azul e castanho, a artista transpira um ar melancólico e solene. As cores são silenciosas e a única nota colorida é o seu olho água-marinho, realçado pela cor da gola. O cabelo, puxado para trás de uma forma severa, dá-lhe quase uma aparência masculina. Longe do auto-elogio, Helene retrata-se com uma franqueza nua. O olhar vulnerável associado às manchas de tinta na face e aos toques de cor anormalmente forte, dão à obra um sentimento de inquietação. Este auto-retrato, parte de uma série produzida ao longo da sua vida, foi feito quando a artista tinha 50 anos.
Influenciada por Munch no relevo que dá à transmissão do sentimento interior, Schjerfbeck pode ser associado ao Expressionismo. Os seus auto-retratos foram a sua maior realização mas ela também pintou naturezas-mortas simplificadas, paisagens e composições figurativas.
Helene Schjerfbeck nasceu em Helsinquia em 10 de Julho de 1862. Com a idade de 11 anos começou a frequentar a escola de desenho Finnish Art Society's. Estudou em Paris durante os anos 1880, desenvolvendo as técnicas Naturalistas e, mais tarde, o Simbolismo. Em 1902 regressou à Finlândia e viveu relativamente isolada até 1917. até que um vendedor de arte expôs os seus trabalhos numa galeria privada. Fez um enorme sucesso e passaou a ser uma artista de mérito reconhecido a os seus quadros disputados por coleccionadores e museus. Em 1925 mudou-se para Tammisaari. Em 1944, recolheu-se num hotel residencial perto de Estocolmo, onde ficou até à sua morte em 1946.
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4:19 PMHoje, opto pela "Costureira".
Pensativa e taciturna, como me sinto.
Ou talvez ela esteja só serena e taciturna eu...
Como é proveitoso e prazeiroso vir aqui!
9:04 PM
Obrigado, Anamargens. Gosto muito desta pintora. Lembrei-me dela pelos auto-retratos. Desde há uns anos que os conheço e sempre me impressionaram. Esta grande pintora merece o destaque que, infelizmente, não tem. A grande maioria das pessoas, mesmo as que gostam de pintura, desconhecem a sua obra.
Um beijo
2:27 PM
Amigo gostei muito do teu blog. Se conheceres alguem na minha freguesia, ou mesmo a qualquer blogger interessado em preservação do ambiente, divulga o meu blog. Obrigado. Continua o bom trabalho. Um abraço.
5:58 PM
Fantástico, lindo, parabéns!
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Um abraço amigo,
Daniela
1:04 AM
Excelentes trabalhos
5:19 AM
Lindas telas. Expressões sérias e pensativas, como os seres humanos estão a maior parte do tempo.
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