O SÉCULO PRODIGIOSO

A arte no século XX

Delvaux, Paul - Surrealismo



L’Aurore - July 1937
Oil on canvas
120 x 150.5 cm
Peggy Guggenheim Collection - New York



L'Appel de la Nuit - 1938
Oil on canvas
110.00 x 145.00 cm
National Galleries of Scotland, Edinburgh



Nymphs Bathing - 1938
Oil on canvas
Nellens Collection, Knokke



La Rue du tramway - 1938
Oil on canvas
90.30 x 131.30 cm
National Galleries of Scotland, Edinburgh



Pygmalion - 1939
Oil on wood
Musées Royaux des Beaux-Arts, Brussels



The Village of the Mermaids - 1942
Oil on panel
41 x 49 in.
The Art Institute of Chicago.



La Vénus endormie - 1944
Oil on canvas
1727 x 1991 mm
Tate Gallery



Femme au Miroir - 1945
Oil on masonite
35 x 31 in.
Minneapolis Institute of Arts, Minnesota



The Great Sirens - 1947
Oil on Masonite
79 1/2 x 112 1/2 in. (203 x 305 cm)
The Metropolitan Museum of Art, New York City



Léda - 1948
Oil on board
1527 x 950 mm
Tate Gallery



Small Train Station at Night - 1959
Oil on canvas
55 1/4 x 67 in. (140.3 x 170.2 cm)
The Metropolitan Museum of Art, New York



Mujeres de vida galante - 1962
Óleo sobre lienzo
140 x 122 cm
Art Collection of the Biblioteca Luis Ángel Arango, Colombia



Nu au jardin - 1966
Pen and ink and ink wash on paper
62.20 x 50.30 cm
National Galleries of Scotland, Edinburgh

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Paul Delvaux, pintor belga nascido em Antheit, Liége. Aos 21 anos, o pintor Courten convenceu os pais de Delvaux para que o mandassem estudar na Academia de Belas Artes de Bruxelas, onde foi, posteriormente, professor (1950-1962). Começou pintando quase exclusivamente paisagens, para passar a praticar uma espécie de realismo impressionista. Nos anos 30 foi influenciado pelo expressionismo flamenco e, sob a influência de De Chirico e Magritte, uma década mais tarde, já participava em exposições surrealistas. Considerado um dos grandes mestres do surrealismo, junto com Dali e Magritte, a sua técnica, quasi académuca, contrasta com a sua tendência para temas misteriosos e por uma fixação num mundo onírico e pessoal em que a mulher se configura como um ser anjélico, às vezes submetido a metamosfoses vegetais, numa atmposfera inquietante marcada por um certo erotismo. Por começar a perder a vista, Delvaux deixou de pintar a partir de 1986 e a sua última grande exposição retrospectiva foi em Paris, em 1992. Faleceu no dia 20 de Julho de 1994, aos 96 anos, em Furnes, Bélgica.
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12:24 AM

O artista que há em mim agradece de Ancora e Coração a ti JG a prodigiosa Cultura que me facilitas    



4:51 AM

Esta mistura entre sexo e morte que existe na pintura de Paul Delvaux é o grande atrativo de sua obra, pois a vida material está diretamente relacionada com estes dois elementos essenciais - nasce com o primeiro e transforma-se com o segundo.

Estranheza, pesadelo e beleza - puro surrealismo.    



12:24 AM

Sombrio e sensual. O antagonismo na composição, que faz parte desse gênero surreal.

abraços.    



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