Ernst, Max - Dadaismo / Surrealismo

Fruit of a Long Experience - 1919
Painted wood relief
45.7 x 38 cm
Private collection

Family Excursions - c. 1919
Oil on canvas
36 x 26 cm
Narodni Gallery, Prague, Czechia

Aquis submersus - 1919
Oil on canvas
54 x 43.8 cm
Städelsches Kunstinstitut und Städtische Galerie, Frankfurt-on-Main, Germany

Le Limaçon de chambre - 1920
Tempera, goache, ink, pencil, collage on paper
31.2 x 22.2 cm
Private collection

Untitled - 1920
Gouache, Chinese ink and pencil on cardboard
30 x 25 cm
Private collection

La petite fistule lacrimale qui dit tic tac - 1920
Gouache on paper
36.2 x 24.5 cm
The Museum of Modern Arts, New York, NY, USA.

La Chute d'un ange - 1920
Collage and oil on paper
44 x 34 cm
Private collection

Un peu malade le cheval patte pelu... - 1920
Collage and gouache on paper mounted on cardboard
16 x 23 cm
GAM - Galleria Civica d'arte Moderna e Contemporanea, Turin, Italy

The Gramineous Bicycle Garnished with Bells the Dappled Fire Damps and the Echinoderms Bending the Spine to Look for Caresses - 1920/21
Gouache on print
74.3 x 99.7 cm
The Museum of Modern Arts, New York, NY, USA

La Puberté proche... ou Les Pléiades - 1921
Mixed media on paper, mounted on Cardboard
24.5 x 16.6 cm
Private collection

Célèbes or Elephant Célèbes - 1921
Oil on canvas
125.4 x 107.9 cm
Tate Gallery, London, UK

Les Hommes n'en sauront rien - 1923
Oil on canvas
803 x 638 mm
Tate Gallery, London

Histoire Naturelle -1923
Oil on Canvas
232 cm x 356 cm
Tehran Museum of Contemporary Art, Iran

The Fireside Angel - 1937
Oil on canvas
44 7/8 x 57 1/2 in. (114 x 146 cm)
Private collection

La Toilette de la mariée - 1940
Oil on canvas
129.6 x 96.3 cm
Peggy Guggenheim Collection, New York

The Antipope, December - 1941–March 1942
Oil on canvas
160.8 x 127.1 cm
Peggy Guggenheim Collection, New York

The Weatherman -1951
Oil on canvas
92 x 62 cm
Venezia, Ca' Pesaro - Galleria Internazionale d'Arte Moderna

The Garden of France - 1962
Oil on canvas
44 7/8 x 66 1/8 in. (114 x 168 cm)
Centre Georges Pompidou, Musée National d'Art Moderne, Paris
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Na tela "Célèbes or Elephant Célèbes" de 1921, a imagem de um monstro msemelhante a um elefante mecânico domina a composição que, no entanto, se baseou numa fotografia de um depósito de milho sudanês que Ernst viu numa revista de antrpologia. O título vem de uma canção de embalar alemã que começa com as palavras "O Elefante de Celebes...". A criatura encontra-se num local semelhante a um aeródromo e, combinada com o vestígio de fumo no céu, a imagem pode evocar as tristes memórias de Ernst do tempo que passou no exército na Primeira Guerra Mundial. O ambiente de sonho deste quadro e a estranha justaposição dos objectos são características do Surrealismo. Ernst foi membro fundador do grupo e esta obra é uma das imagens surrealistas mais famosas. A bizarra descrição do seu próprio nascimento abre luz sobre o seu mundo de fantasia: «A 2 de Abril às 9h45, Max Ernst saíu do ovo que a sua mãe tinha colocado no ninho de águia e que a ave tinha chocado durante 7 anos.»
Max Ernst nasceu em Brul, na Alemanha e morreu em Paris em 1976. Ernst aprendeu a pintar sozinho enquanto estudava Filosofia e Psiquiatria na Universidade de Bonn entre 1909 a 1914, chegando a exibir uma de suas pinturas em 1913. Em 1914 Ernst veio a conhecer o surrealismo através de um grande pintor surrealista, Jean Arp, com o qual manteve amizade pela vida inteira. Em 1916 Ernst foi convocado para serviço militar alemão para lutar na Primeira Guerra Mundial. Após a guerra, Ernst foi morar em Colónia com Jean Arp e Johannes Baargeld, vindo a fundar a Cologne Dada Group. Ernst Fez uma exposiçã em 1920 em Colónia, mas foi fechada pela polícia, alegando que obscena demais. Ernst acabou mudando-se para Paris em 1922, onde veio a se juntar com o grupo surrealista. Era amigo de Gala e Paul Eluard, Andre Breton e Tristan Tzara. Ernst viveu em Nova York entre 1941 a 1945. Em 1942 conheceu a pintora surrealista Dorothea Tanning. Em 1946 casou-se com ela no Arizona. Em 1958 voltou para França, onde morou até à, com 85 anos.
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6:41 PMnão é o meu género....mas é belíssimo.
beijos.
11:32 AM
En el duro realismo de la vida, es conmovedor encontrar en tu extraordinaria galería estas imágenes de la poesía plástica de E Marx. Gracias por ello.
Saludos...
2:01 PM
Não sou muito chegada em artes, mas essas pinturas realmente são BELÍSSIMAS...
Beijos...
4:02 PM
Olá, gostaria de parabenizar o seu blog. Ótima galeria de imagens. No entanto, gostaria de saber mais sobre as ténicas grattage, frottage usadas por Max Ernest. Vc tem alguma imagem referente a uma obra na qual ele se utiliza de tais técnicas?
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