O SÉCULO PRODIGIOSO

A arte no século XX

Balthus - Arte Figurativa

Sexta-feira, Setembro 30, 2005


The Street - 1933
Oil on canvas
195x240 cm
The Museum Of Modern Art, New York



The Mountain - 1937
Oil on canvas
98x144 in. (248.9 x 365.8 cm)
The Metropolitam Museum of Art, New York



The Living Room - 1941/1943
Oil on canvas
44-1/2 x57-3/4 in

Minneapolis Institute of Arts, Minnesota




Sleeping Girl (Dormeuse) -1943
Oil on board
797 x 984 mm
Tate Gallery



The Golden Days (Les Beaux Jours) - 1944–46
Oil on canvas
58 3/8 x 78 1/2 in. (1,483 x 1,994 mm)
Hirshhorn Museum and Sculpture Garden,
Smithsonian Institution, Washington, D.C.



Room, The (La Chambre), 1947-1948
Oil on canvas
74 7/8 x 63 1/8 in. (190.3 x 160.4 cm.)
Hirshhorn Museum and Sculpture Garden,

Smithsonian Institution, Washington, D.C.



The Moroccan Horseman and His Horse - 1949
Oil on canvas
23 1/4 x 25 3/8 in. (58.9 x 64.2 cm)

Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington D.C.



Nude Before a Mirror - 1955
Oil on canvas
75 x 64.5 in. (190.5 x 163.8 cm)
The Metropolitan Museum of Art, New York



Le Lever [Getting up] - 1955
Oil on canvas
161.00 x 130.40 cm

National Galleries of Scotland, Edinburgh

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Na tela "Dormeuse", uma jovem está sugestivamente deitada perante o nosso olhar, com a blusa aberta até à cintura, revelando o peito. Os seus olhos estão fechados e a sua boca entreaberta, enquanto dorme; ela desconhece que é alvo da nossa atenção. As cores escuras e sombras pesadas intensificam a presença de um erotismo subjacente. Balthus optou por trabalhar de uma forma figurativa, numa época em que os artistas de vanguarda consideravam o estilo figurativo como uma forma artística reaccionária ou ao serviço da política. Mas o tema e o ambiente desta obra têm muito em comum com a arte radical, desafiando-nos a confrontarmo-nos com uma zona proibida ou reprimida da nossa consciência. Ao mesmo tempo que o estilo remonta aos mestres clássicos, o tema é desafiante e moderno e quase poderia ser uma ilustração dos estudos sobre sexualidade infantil de Sigmund Freud, cujas ideias exerceram um impacto tremendo sobre a arte do século XX. Nascido em Paris e com antepassados judeus, Balthus e a sua família foram forçados a abandonar o lar durante ambas as duas guerras mundiais. Nasceu em 1908, reformou-se em 1997 e morreu na Suiça em 2001.
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Francis, Sam - Expressionismo Abstracto

Segunda-feira, Setembro 26, 2005


Basel Mural I, 1956-58
Oil on canvas
151-3/4 x 237-3/8 in.(385.5 x 602.9 cm)
Norton Simon Museum, Pasadena, California




Blue Blood Stone 1960
Lithograph on paper
844 x 632 mm

Tate Gallery, London



Damn Braces 1960
Lithograph on paper
851 x 632 mm

Tate Gallery, London



Untitled - 1960
Gouache on paper
22 x 30 in. (55.9 x 76.2 cm)
The Museum of Contemporary Art, Los Angeles



The White Line. (1960)
Lithograph
33 3/8 x 24 7/8" (84.8 x 63.2 cm);
sheet: 35 11/16 x 24 7/8" (90.7 x 63.2 cm)
Edition: 75
The Museum of Modern Art, New York



Speck
published 1971
7-color lithograph (stone and aluminum) on Arjomari paper
86.68 x 118.11 cm (34 1/8 x 46 1/2 in.)
National Gallery of Art, Washington D.C.



Turn
published 1972
7-color screenprint on Arjomari paper

National Gallery of Art, Washington D.C.



Slant - 1979
Monotype
30 1/2 x 25 1/4 in. (77.47 x 64.14 cm)

Los Angeles County Museum of Art Database





Poeme dans le Ciel IV - 1986
Farblithographie
75,5 56 cm

Private Collection

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A pintura de Sam Francis encoraja à compemplação, tal como a obra expressionista de Rothko, um dos seus contemporâneos. Os seus campos de cor saturados também refletem a influência da naturaza contemplativa da arte abstracta japonesa. Interessado acima de tudo pela representação de diferentes sensações de luz na tela, Francis foi influenciado pela luz da Califórnia, ond viveu e trabalhou e pela série Nenúfares de Monet. Tendo assimilado a obra de Gorky e de Rothko nos Estados Unidos, mudou-se para Paris para estudar na influente escola de léger. Apesar da aparente espontaneidade das suas composições, Francis era profundamente metódico e rigoroso. Nas suas últimas obras arrastou as formas abstractas para as extremidaes das composições, deixando grandes espaços vazios, de acordo com a noção oriental do espaço negativo.
Sam Francis nasceu em San Mateo, na Califórnia, em 1923 e morreu em Santa Mónica, Califórnia, em 1994.
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Pintores Naif - Arte Brasileira Contemporânea

Sábado, Setembro 24, 2005


Soltando balão - 50x60
Airton das Neves



Jarra de flores - 40x30
Bebeth




O violeiro - 50x60
Ernane Cortat




Três corações - 40x60
Isabel de Jesus




Vaso com flores na paisagem - 80x60
Ernani Pavaneli



Hoje a festa é da vovó - 60x80
Ana Maria Dias




Florada no campo - 50x60
Malu Delibo




Tarde alegre - 33x41
Teles


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A Galeria Jacques Ardies especializada em arte naif brasileira, iniciou suas actividades em 1979. No seu website escreve:
A arte naif é uma criação artística instintiva e espontânea realizada por pintores autodidatas que sentem uma impulsão vital de contar suas experiências de vida. Podemos dizer que desde o início dos tempos, quando o homem sentiu a necessidade de criar algo com o único intuito de se deleitar, surgiu a arte naif; assim sendo, ela encontra-se presente ao longo da história da humanidade, pelas mãos de indivíduos que, alheios aos movimentos artísticos, sociais e culturais de sua época, criam unicamente movidos por suas emoções. A denominação “Arte naif” (aplicada para designar um certo grupo de pintores) como utilizamos atualmente, surgiu no fim do século XIX, com a aparição do pintor francês Henri Rousseau no “Salão dos Independentes”, em Paris. Atualmente podemos dizer que o Brasil é um dos grandes representantes da arte naif mundial. Por ser um país de imensos contrastes, com uma cultura resultante do amálgama de inúmeras outras (a africana, a européia e a indígena), ele é um canteiro fértil para o surgimento e desenvolvimento dessa forma de expressão artística. Apesar desse imenso potencial, somente na década de 50, o Brasil começou a dar atenção a esse grupo de artistas, com as primeiras exposições de Heitor dos Prazeres, Cardosinho, Silvia de Leon Chalreo e José Antonio da Silva. Depois desse início, as décadas de 60 e 70, vão conhecer uma verdadeira explosão de pintores naifs brasileiros, tais como: Ivonaldo, Isabel de Jesus, Gerson Alves de Souza, Elza O . S., Crisaldo de Moraes, José Sabóia e muitos outros que juntamente com seus predecessores, estão presentes em nosso acervo. A arte naif é simples, pura, autêntica e não exige prévios conhecimentos intelectuais e artísticos para ser compreendida, chega direto ao nosso coração e toca nossa alma sem subterfúgios, somente ultrapassando o filtro de nossas emoções. A Galeria Jacques Ardies convida-o a se deixar contagiar por esse mundo de luzes, cores e alegria oferecido por seus artistas.
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Rolly, Kevin - Fotografia

Quinta-feira, Setembro 22, 2005


The Woman's Boat - 2000
silver emulsion oilgraph on metal with snake bone



Rooftops - 2000
silver emulsion oilgraph on metal




The Yearning - 2000
silver emulsion oilgraph on metal




If Only - 1997
silver emulsion oilgraph on board




Above Below - 2001
silver emulsion oilgraph on canvas



Dreamer - 1991/1997
silver emulsion oilgraph



Austin Rivers - 2001
silver emulsion oilgraph on brass with burnt matches




Miren - 2001
silver emulsion oilgraph

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Recognized for his distinctive style, Kevin Rolly has been published in such magazines as ELLE, Mirabella, W, Detour, BRIDES and many other publications throughout the world. His technique of "oilgraphing" is an original process developed in 1994, which makes a seamless blend of traditional photography and oil mediums. His fine-art and commissioned works are in numerous private and corporate collections throughout the world. His exhibition "Until the Road Forgets" premiered at the Pasadena Museum of California Art in the Summer of 2003. He lives and works from his studio in downtown Los Angeles.Kevin Rolly was born in Pittsburgh, Pennsylvania and studied film production at the Pennsylvania State University. He moved to Los Angeles in 1992 where he formed his company Image Haven Films. He has a Student Emmy for his film "An Early October" and is currently working on his first feature film "Borderlands"

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Nolde, Emil - Expressionismo

Segunda-feira, Setembro 19, 2005


Still Life with Red Flower, Candle, and Figurine of Saint John the Baptist
No date
Watercolor
13 11/16 x 18 5/16 in. (34.77 x 46.51 cm)



Summer Afternoon
Oil on canvas
72,5x87,5 cm
Thyssen-Bornemisza Museum, Madrid



The Head of Christ, 1909
Watercolor over pen and brown ink on English typewriting paper

26.8 x 21.1 cm (10 1/2 x 8 1/4 in.)
National Gallery of Art, Washington D.C.



Autumn Sea VII - 1910
Oil on canvas
60 x 70 cm
Nolde-Stiftung Seebull



Child and Large Bird - 1912
Oil on canvas
73 x 88 cm
Statens Museum for Kunst, Kobenhavn




Crucifixion - 1912
Oil on canvas
220.5 x 193.5 cm
Nolde-Stiftung Seebull



Excited People - 1913
Oil on canvas
102.5 x 76.5 cm
Nolde-Stiftung Seebull



Women and a Pierrot - 1917
Oil on canvas
100.5 x 86.5 cm
Kunstsammlung Nordrhein-Westfalen, Dusseldorf



Blumengarten, 1926
Oil on canvas

72,5 x 88 cm
Museum Wiesbaden, Germany




Head of a Womann - 1954
Watercolor on paper
19 x 14"
Samuel Dorsky Museum of Art, New Paltz, New York

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Emil Nolde nasceu em Nolde, na Alemanha , em 1867. Na obra de Nolde, as maiores influências foram de Munch e Ensor. Durante um ano, ele esteve ligado ao grupo Die Brucke, fundado em Dresden em 1905, e durante toda a sua carreira mostrou pouca tendência para se afastar do estilo fundamentalmente expressionista deste grupo, o qual reunia cores e linhas exuberantes. O que ele tinha em comum com estes artistas era o facto de muita da sua obra mais forte ser arte gráfica, alguma dela influenciada pela escultura primitiva que descrobriu numa viagem à Nova Guiné. Morreu na Alemanha, em 1957.
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Varo, Remedios - Surrealismo

Sábado, Setembro 17, 2005


Gato Hombre - 1943



Cazadora de Astros - 1956



Creacion de las Aves - 1957



Locomocion Capilar -1959



Hacia la Torre - 1960



Bordando el Manto Terrestre - 1961



Descubrimiento de un Geologo Mutante - 1961



La Huida - 1961



El Flautista- 1961



Fenomeno de Ingravidez - 1963

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É difícil imaginar uma mistura harmónica entre a ciência e a fantasia, mas em arte tudo é possível, porque a arte não tem limites nem fórmulas restritivas. Através de sua pintura, Remedios Varo, uma artista apaixonada pela ciência, mistura fórmulas matemáticas e complexos conceitos físicos, com um mundo mágico de fantasias e seres surrealistas, criados inteiramente na sua imaginação. O resultado é uma pintura fantástica que aparece em manuais de matemática e tratados científicos como ilustração de conceitos complexos que poucos podem compreender fora do mundo da ciência. Varo nasceu na Espanha, perto da Barcelona de Gaudi, em 1908. Lá recebeu uma forte influência de seu pai que era engenheiro e lhe apresentou aos mundos da ciência e também da arte - apaixonou-se pelos dois. Em 1942 mudou-se para a Cidade do México, onde residiu até a morte em 1963. O estilo e temática de Remedios Varo permanecem consistentes durante a sua carreira, desenhando muito sobre o seu conhecimento dos quadros dos grandes mestres. Os tecidos delicadamente modelados nos seus quadros e a sua composição estética devem muito à arte flamenga do século XV.
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Galeria de quase toda a obra de Remedios Varo
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Sherman, Cindy - Fotografia

Quinta-feira, Setembro 15, 2005


Untitled, 1975
Photograph, gelatin silver print
43.2 x 30.5 cm (17 x 12 in.)
Museum of Fine Arts, Boston



Untitled Film Still #3. 1977
Gelatin silver print
7 1/16 x 9 7/16" (18 x 24 cm)
The Museum of Modern Art, New York City



Still from an Untitled Film, 1978
Gelatin silver print
18.7 x 23.9 cm (7 3/8 x 9 7/16 in.)
The Metropolitan Museum of Art, New York City



Untitled Film Still #16, 1978



Untitled Film Still #7, 1978
Gelatin silver print
9 1/2 x 7 9/16" (24.1 x 19.2 cm)
The Museum of Modern Art, New York City



Untitled Film Still, #15, 1978
Gelatin-silver print
9 3/8 x 7 7/16 inches. Edition 2/10
Guggenheim Museum, New York City



Untitled, 1978–93
Photograph, sepia-toned gelatin silver print
35.6 x 27.9 cm (14 x 11 in.)
Museum of Fine Arts, Boston



Untitled Film Still #36, 1979
Gelatin silver print
9 7/16 x 7 9/16" (24 x 19.2 cm)
The Museum of Modern Art, New York City



Untitled film still, 1979
Art Gallery of New South Wales, Sydney, Australia



Ice Skater, 1979
Gelatin silver print
7 x 4 3/4" (17.8 x 12 cm)
The Museum of Modern Art, New York City



Untitled Film Still #34, 1979
Black-and-white photograph, AP 2/2
edition of 10 + 2 Aps, 10 X 8 in
Armand Hammer Museum of Art at UCLA, California



Untitled film still, 1979
Gelatin silver photograph
17.0 x 23.2cm image; 20.3 x 25.3cm sheet
Art Gallery of New South Wales, Sydney, Australia



Untitled, 1980
Photograph
type C photograph
40.0 x 59.9cm image; 50.6 x 60.8cm sheet
Art Gallery of New South Wales, Sydney, Australia



Untitled Film Still #53, 1980



Untitled #76, 1980



Untitled Film Still #65, 1980
Gelatin silver print
10 x 8 in. (25.4 x 20.3 cm)
The Museum of Contemporary Art, Los Angeles



Untitled #71, 1980



Untitled #. 74, 1980
C-type print
39 x 59 cm
Victoria and Albert Museum, London, UK



Untitled #86, 1981



Untitled, #112, 1982
Color photograph
45 1/2 x 30 inches. Artist’s proof 1/2
Guggenheim Museum, New York City



Untitled, 1982
Gelatin silver print
15 7/16 x 9 1/8" (39.2 x 23.2 cm)
The Museum of Modern Art, New York City



Untitled, 1982
Photograph
type C photograph
114.3 x 75.0cm sight; 118.8 x 79.5 x 3.7cm frame
Art Gallery of New South Wales, Sydney, Australia



Untitled #97, 1982
Photograph on paper
1150 x 760 mm
Tate Gallery, London



Untitled #100, 1982
Photograph on paper
1147 x 760 mm
Tate Gallery, London



Untitled #126 1983
Photograph on paper
1828 x 1218 mm
Tate Gallery, London



Untitled, 1985
Photograph, chromogenic print
50.8 x 40.6 cm (20 x 16 in.)
Museum of Fine Arts, Boston



Untitled #153, 1985



Untitled, #167, 1986
Color photograph
60 x 90 inches. Edition 5/6
Guggenheim Museum, New York City



Untitled #234, 1987–90
Photograph, chromogenic print
228.6 x 152.4 cm (90 x 60 in.)
Museum of Fine Arts, Boston



Untitled #203, 1989
Photograph, chromogenic print
154.9 x 116.2 cm (61 x 45 3/4 in.)
Museum of Fine Arts, Boston



Untitled, 1989
Cicachrome print
Birmingham Museum of Art, Alabama



Untitled #211, 1989
Color photograph
37 x 31 inches
Broad Art Foundation



Untitled, #209, 1990



Untitled #210, 1990
170.2x 114.3 cm




Untitled # 224, 1990



Untitled # 225, 1990



Untitled #230, 1990
Color photograph
170.2x 114.3 cm
Broad Art Foundation




Nipple with Diamond, 1992
Media Chromogenic development (Ektacolor) print
13 x 8 5/8 in. (33.02 x 21.91 cm); Sheet: 14 x 11 in. (35.56 x 27.94 cm)
Los Angeles County Museum of Art Database



Untitled #302, 1993
172.1 x 114.3cm



Untitled #282, 1993
Photograph, chromogenic print
231.6 x 155.3 cm (91 3/16 x 61 1/8 in.)
Museum of Fine Arts, Boston



Untitled #323, 1995

Untitled, 2003

Untitled, 2004

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Cindy Sherman nasceu em 1954, em Glen Ridge, New Jersey, e vive em New York. No início da sua arte, abordava estilisticamente a estética dos filmes americanos dos anos 50. Depois desta fase, voltou-se para a fotografia a cores e, aqui, quebrou os moldes usuais da fotografia tradicional. Produziu os seus Retratos de História, dos quais se apresentam alguns exemplos. Mais recentemente, tem criado uma série de fotografias de moda em que combina, de forma verdadeiramente grotesca, a moda com modelos estranhos e ridículos. O resultado transforma a ideia da fotografia de moda - apresentar roupas de formas atractivas com mulheres estereotipadas. Cindy Sherman nasceu em Glen Ridge (NI (EUA) em 1954.
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Cindy Sherman was born January 19, 1954, in Glen Ridge, New Jersey. She emerged onto the New York art scene in the early 1980s as part of a new generation of artists concerned with the codes of representation in a media-saturated era. Having graduated from State University College, Buffalo, New York, in 1976, she moved to New York the following year, at a time when the authority of the Modernist paradigm was coming under increasing scrutiny. Amid debates surrounding authorship and the role of originality, the condition of the photographic image, and the increasing commodification of art, Sherman’s work was quickly embraced in the early 1980s and framed within the contemporary feminist critique of patriarchy. Sherman’s reputation was established on the basis of her Untitled Film Stills, a series of black-and-white photographs from the late 1970s in which the artist depicted herself dressed in the guises of clichéd B-movie heroines. In photograph after photograph, Sherman was ever present, and yet never really there—her ready adaptation of a range of personae highlighting the masquerade of identity. Her appropriation of the space on both sides of the lens destabilized the traditionally gendered opposition between artist and model, object and subject—one that had been theorized by film critics in terms of spectatorship and its gendered codes of looking. If the Untitled Film Stills elicited debate concerning the construction of woman-as-image, the photographs Sherman made throughout the mid-1980s served to perpetuate this discourse. Her Centerfolds (1981) and Fashion (1983–84) series elaborated the codes of what film theorist Laura Mulvey termed the “to-be-looked-at-ness” of female representation. Emulating the signifiers of the centerfold, the closely cropped photographs reveal a body that is available to the camera and bathed in a vivid light. Sherman’s choice of gendered genres compounds the voyeuristic impression established in the works. Feeling pigeonholed by the feminist discourse that surrounded her work, Sherman gradually dispensed with representations of the female, often removing herself from the picture and moving toward more fantastic and lurid imagery, as in her Fairy Tales and Disasters series from the mid-to-late 1980s. The ever-increasing market for her photographs also prompted this turn, challenging her to attempt to create work that was “unsaleable” due to its visceral depictions of vomit, body parts, and grotesque fairy tales. Simultaneously, she instilled the works with a heightened sense of artifice created by garish colors and gaps that reveal the fiction behind the illusion. Throughout her career, Sherman has appropriated numerous visual genres—including the film still, centerfold, fashion photograph, historical portrait, and soft-core sex image—while disrupting the operations that work to define and maintain their respective codes of representation. In addition to numerous group exhibitions, her work was the subject of solo exhibitions at the Stedelijk Museum, Amsterdam, in 1982 and the Whitney Museum of American Art, New York, in 1987. A retrospective organized by the Museum Boymans-van Beuningen, Rotterdam, traveled throughout Europe in 1996 and 1997. Sherman lives in New York and is at work on a feature-length horror film.

Guggenheim Collection - Sherman Biography
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Williams, Kent - Ilustração

Domingo, Setembro 11, 2005


death, 2003,
oil/mixed media on wood panel,
19 x 22.5 in.



Kabuki, 2002,
Oil/mixed media on paper,
19 x 13 in.



Tuba City
playboy magazine,

september 2003



Flamed Out!
reader's digest, 2002




Batman, 2002,
Oil/mixed media on wood panel,
22 x 30 in.



Asia's new drug menace
Reader's Digest, 2001




Pinky
Playboy Magazine, 2001




A day in the country
Playboy Magazine, 2002
awarded the silver medal from the society of illustrators, 2003




Home Invasion
security management magazine, april 2002





white flag or attack!, 2002,
oil on linen,
48 x 56 in.




crash, 2002,
oil on canvas,
30 x 40 in.


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Draftsman and painter, illustrator and comics creator, Kent Williams is thirty-six years old. In 1980 he moved to New York to study at the Pratt Institute where he received his BFA in Drawing and Painting. His graphic novel/comics work includes Tell Me, Dark and Blood: A Tale. A selection of his works on paper, Kent Williams: Drawings & Monotypes, was published in 1991, and a catalogue of his paintings, Kent Williams: Selected Works, was published in 1995. His work has seen print in numerous national and international publications including Playboy, Omni, and The Learning Channel magazine.Williams is the recipient of a number of awards for his work, both in comics and illustration. They include The Yellow Kid; Lucca, Italy's prestigious comics award, three medals from the Society of Illustrators, New York, and The Joseph Henniger Award for Best of Show, from Illustration West 32.Williams now lives in Chapel Hill, North Carolina with his wife, Sherilyn and their two young sons, Kerig and Ian.
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Di Maio, Bruno - Arte Fantástica

Quinta-feira, Setembro 08, 2005


The Coffee Cup
Óleo sobre tela
50x70 cm



The Tired Samurai
Óleo sobre tela
60x80 cm



What Happens?
Óleo sobre tela
50x70 cm



Le selle
Óleo sobre tela
80x100 cm



The Guard
Óleo sobre tela
50x60 cm



Il piccolo portauovo
Óleo sobre tela
60x80 cm



The bronze pigtail
Óleo sobre tela
70x100 cm

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Bruno Di Maio nasceu em Tripoli, na Líbia, filho de italianos. Há alguns anos que trabalha na Toscana, em Itália. Dedicou-se durante muito tempo ao restauro, adquirindo uma habilidade e técnica prodigiosas. Pintor, gravador e aguarelista reconhecido em todo o mundo, tendo as suas obras representadas em vários museus e colecções particulares italianas, bem como em Los Angeles, São Francisco, Nova Iorque, Tóquio e Madrid.
Website de Bruno Di Maio
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Fusé, Cohen - Pintura Portuguesa Contemporânea

Segunda-feira, Setembro 05, 2005


Xailes de Manila - 2001
Óleo sobre tela
114x146 cm



Xaile com lírios e pássaros - 2003
Óleo sobre tela

100x100 cm



Jardins de Ardèche - 2002
Óleo sobre tela

100x100 cm



Jardins Portugueses - 2000
Óleo sobre tela

130x130 cm



Sem título - 2004
Técnica mista sobre cartão

50x70 cm



Sem título - 2004
Técnica mista sobre cartão

50x70 cm



Xaile verde - 2003
Óleo sobre tela
81x100 cm



Sem título
Aguarela
40x60 cm

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Cohen Fusé nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 1944. Está radicado em Portugal. Estudou arquitectura na Universidade Nacional de Buenos Aires e frequentou cursos de cerâmica e pintura em escolas de arte de Mar de Plata e Buenos Aires. Já fez exoisições individuais em Nova York, São Francisco, no Canadá e Portugal. Também já participou em mais de 60 exposições colectivas na Argentina, Brasil, Venezuela, Bélgica, Espanha e Portugal.
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Beckmann, Max - Expressionismo

Quinta-feira, Setembro 01, 2005


Cristo e mulher em adultério - 1917
Óleo sobre tela

149.2 x 126.7 cm.



Retrato de família - 1920
Óleo sobre tela
25 5/8 x 39 3/4"
Museum of Modern Art, Nova Iorque




Ponte de ferro - 1922
Óleo sobre tela
120.5 x 84.5 cm.
Kunstsammlung Nordrhein. Dusseldorf



Lido - 1924
Óleo sobre tela
72.5 x 90.5 cm.
St Louis Art Museum. St Louis



Lirios Negros - 1928
Óleo sobre tela
74.9 x 41.9 cm.
Coleccão privada



Quappi - 1934
Óleo sobre tela
139.5 x 59.5 cm
Museum of Modern Art, Nova Iorque



Inferno de Pássaros - 1938
Óleo sobre tela
120 x 160 cm.
St. Louis Art Museum. St. Louis



A tarde - 1946
Óleo sobre tela
89.5 x 133.5 cm.
Museum am Ostwall. Dortmund



The Argonauts - 1949-50
Óleo sobre tela
Tríptico, painel central- 80 1/4 X 48"
Paineis laterais74 3/8 X 33"
Colecção privada, Nova Yorque

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Max Beckmann é um expresionista alemão e artista gráfico cujas obras transmitem uma visão pessimista da sociedade. Nasceu na Alemanha, emLeipzig, em 1884 e estudou na Academia de Belas Artes de Weimar; as suas primeiras obras são de estilo impressionista. A sua tramática experiência como ajudante no corpo médico durante la I Guerra Mundial, levou-o a pintar obras enérgicas e de grande dramatismo, caracterizadas por contornos muito marcados, colorido forte e violencia implacável. Tal como as obras do movimento Nova Objectividade (Neue Sachlichkeit), os seus quadros expressavam uma crítica social à Alemanha do pós-guerra. Na década de 1930, Beckmann reflectiu a sua consternação pela ascensão do nacional-socialismo em nove trípticos, que são gigantescas alegorias figurativas com cores estridentes, como A Partida (1932-1933, Museu de Arte Moderna, Nova Iorque). Beckmann pintou esta obra imediatamente depois que os nazis o destituiram do cargo de professor de arte na Escola de Arte Städel, de Frankfurt, por ser considerado artista degenerado. Em 1937 emigrou para Amsterdão ao saber que a sua obra iria ser exposta como arte degenarada numa exposição nazi. Em1947 mudou-se para os Estados Unidos. Entre 1947 e 1949, foi professor na Universidade Washington de Saint Louis (Missouri), lugar que abandonou para ir para Nova Iorque, onde morreu no ano seguinte.
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Max Beckmann Online