Beckmann, Max - Expressionismo

Cristo e mulher em adultério - 1917
Óleo sobre tela
149.2 x 126.7 cm.

Retrato de família - 1920
Óleo sobre tela
25 5/8 x 39 3/4"
Museum of Modern Art, Nova Iorque

Ponte de ferro - 1922
Óleo sobre tela
120.5 x 84.5 cm.
Kunstsammlung Nordrhein. Dusseldorf

Lido - 1924
Óleo sobre tela
72.5 x 90.5 cm.
St Louis Art Museum. St Louis

Lirios Negros - 1928
Óleo sobre tela
74.9 x 41.9 cm.
Coleccão privada

Quappi - 1934
Óleo sobre tela
139.5 x 59.5 cm
Museum of Modern Art, Nova Iorque

Inferno de Pássaros - 1938
Óleo sobre tela
120 x 160 cm.
St. Louis Art Museum. St. Louis

A tarde - 1946
Óleo sobre tela
89.5 x 133.5 cm.
Museum am Ostwall. Dortmund

The Argonauts - 1949-50
Óleo sobre tela
Tríptico, painel central- 80 1/4 X 48"
Paineis laterais74 3/8 X 33"
Colecção privada, Nova Yorque
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Max Beckmann é um expresionista alemão e artista gráfico cujas obras transmitem uma visão pessimista da sociedade. Nasceu na Alemanha, emLeipzig, em 1884 e estudou na Academia de Belas Artes de Weimar; as suas primeiras obras são de estilo impressionista. A sua tramática experiência como ajudante no corpo médico durante la I Guerra Mundial, levou-o a pintar obras enérgicas e de grande dramatismo, caracterizadas por contornos muito marcados, colorido forte e violencia implacável. Tal como as obras do movimento Nova Objectividade (Neue Sachlichkeit), os seus quadros expressavam uma crítica social à Alemanha do pós-guerra. Na década de 1930, Beckmann reflectiu a sua consternação pela ascensão do nacional-socialismo em nove trípticos, que são gigantescas alegorias figurativas com cores estridentes, como A Partida (1932-1933, Museu de Arte Moderna, Nova Iorque). Beckmann pintou esta obra imediatamente depois que os nazis o destituiram do cargo de professor de arte na Escola de Arte Städel, de Frankfurt, por ser considerado artista degenerado. Em 1937 emigrou para Amsterdão ao saber que a sua obra iria ser exposta como arte degenarada numa exposição nazi. Em1947 mudou-se para os Estados Unidos. Entre 1947 e 1949, foi professor na Universidade Washington de Saint Louis (Missouri), lugar que abandonou para ir para Nova Iorque, onde morreu no ano seguinte.
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9:45 AMOla!
Mais uma bela escolha. Gosto da composicao e as cores refletem drama e violencia, exactamente o que ele queria trnsmitir. Pessolamente prefiro uma visao mais positiva do mundo e das pessoas, mas é evidente que é necessario revelar as cores escuras da nossa humanidade para realcar a ideia de que todos nos podemos transformar em monstros, para o denunciar e se possivel para o prevenir.
jinho
10:13 AM
Obrigado. Outro jinho para si, Rosário.
11:02 AM
gostei. sou efectivamente fan do surrealismo. não gosto das coisas com formas e sidnificados tradicionais, defenitivamente
2:23 AM
Olá Tinta. Também eu. Por isso, o Século é o que é. Um beijo
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