Zimbres, Fábio - Ilustração

Capa de CD para o projeto Biblioteca de CDs

Ilustração para a revista Complot (México)

Esboço de cartaz para a banda Mechanics

Ilustração para revista Aplauso (Porto Alegre)

Ilustração para revista Treco (São Paulo)

Ilustração para revista Atlântida (Porto Alegre)

Capa para revista Complot (México)
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Apesar de resistir ao título de fanzineiro, Fábio Zimbres é um dos maiores representantes desse veículo underground de cultura. Sem ter uma produção muito extensa, a sua grande contribuição foi com o Maudito Fanzine, uma seção da revista Animal onde ele resenhava fanzines de todo o país. A Animal foi a melhor revistas sobre quadrinhos já editada no Brasil. Entre 1989 a 1992, trouxe o que havia de melhor em quadrinhos de autor na Europa e EUA, enquanto as páginas do Maudito Fanzine apresentavam a produção alternativa.
Com o fim da revista, Fábio passou a fazer mini-edições do MF com periodicidade irregular. Nascido em 31 de maio de 1960, ele começou a desenhar quando criança copiando revistas da Turma da Mônica e da Disney, já que seu pai era desenhista e ele aproveitava o material do pai. Natural da cidade de São Paulo, Fábio Sant’Ana Zimbres, começou o curso de Arquitetura na FAU, em São Paulo, em 1981, e foi largando aos poucos. "No final, só tinha disciplina de engenharia e eu não ia ter saco pra acabar!". Foi para Porto Alegre, em 1991, onde fez Artes Plásticas.
Em 1999, por insistência do amigo Allan Sieber (editor de revistas em quadrinhos e trabalha com animação), Zimbres mandou material para um concurso da Folha de SP e foi um dos escolhidos para publicar seu trabalho diariamente na página de tiras do jornal.
Fábio trabalha em cima do improviso e vai moldando aos poucos. "Apesar de usar esta técnica, não quer dizer que eu não refaça e refaça até dar certo. Mas eu gosto de trabalhar sem rascunho, seja desenho ou texto.", fala sobre sua maneira de criar. Os fanzines estão um pouco de lado agora, mas ele nunca ligou para freqüência em seus trabalhos. Sobre as influências ele diz: "Gosto de tudo que é coisa impressa. Os quadrinhos que mais gosto são os que tem alguma relação com essa coisa do autor, quadrinho como literatura.", e cita nomes como George Herriman, Harvey Kurtzman, Robert Crumb, Andrea Pazienza e Gary Panter.
O estilo Fábio Zimbres é peculiar. Com um traço característico, seus desenhos chegam a receber críticas por ser muito cru, sem uma acabamento. Mas, segundo o autor, é proposital, está dentro de um contexto, do imediatismo. "As pessoas não imaginam que um desenho cru daqueles pode estar dizendo o que diz e acabam sendo surpreendidas!", explica o seu traço. Mesmo com as explicações, são comuns as críticas sobre seu trabalho.
Atualmente, Fábio Zimbres mantém o Maudito Fanzine no site CyberComix, é freelance de ilustração, design gráfico e quadrinhos, tem um site com seus trabalhos e faz parte do cast da independente editora gaúcha Edições Tonto, por onde você pode comprar seus trabalhos. É só acessar www.tonto.com.br
Com o fim da revista, Fábio passou a fazer mini-edições do MF com periodicidade irregular. Nascido em 31 de maio de 1960, ele começou a desenhar quando criança copiando revistas da Turma da Mônica e da Disney, já que seu pai era desenhista e ele aproveitava o material do pai. Natural da cidade de São Paulo, Fábio Sant’Ana Zimbres, começou o curso de Arquitetura na FAU, em São Paulo, em 1981, e foi largando aos poucos. "No final, só tinha disciplina de engenharia e eu não ia ter saco pra acabar!". Foi para Porto Alegre, em 1991, onde fez Artes Plásticas.
Em 1999, por insistência do amigo Allan Sieber (editor de revistas em quadrinhos e trabalha com animação), Zimbres mandou material para um concurso da Folha de SP e foi um dos escolhidos para publicar seu trabalho diariamente na página de tiras do jornal.
Fábio trabalha em cima do improviso e vai moldando aos poucos. "Apesar de usar esta técnica, não quer dizer que eu não refaça e refaça até dar certo. Mas eu gosto de trabalhar sem rascunho, seja desenho ou texto.", fala sobre sua maneira de criar. Os fanzines estão um pouco de lado agora, mas ele nunca ligou para freqüência em seus trabalhos. Sobre as influências ele diz: "Gosto de tudo que é coisa impressa. Os quadrinhos que mais gosto são os que tem alguma relação com essa coisa do autor, quadrinho como literatura.", e cita nomes como George Herriman, Harvey Kurtzman, Robert Crumb, Andrea Pazienza e Gary Panter.
O estilo Fábio Zimbres é peculiar. Com um traço característico, seus desenhos chegam a receber críticas por ser muito cru, sem uma acabamento. Mas, segundo o autor, é proposital, está dentro de um contexto, do imediatismo. "As pessoas não imaginam que um desenho cru daqueles pode estar dizendo o que diz e acabam sendo surpreendidas!", explica o seu traço. Mesmo com as explicações, são comuns as críticas sobre seu trabalho.
Atualmente, Fábio Zimbres mantém o Maudito Fanzine no site CyberComix, é freelance de ilustração, design gráfico e quadrinhos, tem um site com seus trabalhos e faz parte do cast da independente editora gaúcha Edições Tonto, por onde você pode comprar seus trabalhos. É só acessar www.tonto.com.br
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Fonte Supers
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8:50 PMlegalllllll
3:55 PM
O Fábio é um mestre, um grande artista!
4:21 PM
adorei os desenhos! são muito legais mesmo
8:57 PM
Teremos o Zimbres numa rodada de conversa aqui no ArtEstação dia 3, numa mostra dea rte postal (Rio Grande/RS). Procurando pelo nome dele, achei o blog. Dai visitei os dois. Adorei as fotos... parece com Rio Grande. O cais, as pessoas pela praça...
grupodeartepostalaiecoatiara.blogspot.com
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